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28/11/2016

Espetáculos de conclusão | Oficina AODC 2016

Os formandos deste semestre da Oficina Teatral A Ordem do Caos já estão super ansiosos pra subir ao palco e mostrar tudo o que puderam absorver nesses últimos seis meses intensos e repletos de atividades. 

Nos dias 4 e 11 de dezembro você poderá conferir cinco espetáculos, que são o resultado de muito estudo, dedicação e esforço. Dá só uma olhadinha na sinopse das peças, seus horários e classificação etária. A partir do próximo domingo, te esperamos lá no Centro Cultural Jabaquara

Não tem desculpa pra não ir: a entrada é gratuita 😀 
Recomendamos chegar 15 minutos antes de cada apresentação, para garantir seu lugar.
A direção geral de todas as peças é de Wellington Dias.

4 de dezembro

14h30 - Essa não é uma história de amor!





Essa não é uma história de amor é um musical que narra com canções populares a trajetória de amor e destruição de Laura e Pedro. Tudo acontece em São Paulo quando Laura, uma moça pobre, consegue bolsa na faculdade mais cara da cidade e desperta o interesse de dois melhores amigos. Uma história envolvente com música, intrigas, barracos, humilhações e um cenário perfeito para um assassino em série.

ElencoAbner Bruce, Aline Costa, Amanda Bruce, Jack Crypt, Jéssica Costa, Leandro Andrade, Matheus Ramos, Pâmela Gomes, Ramom Szylovec e Viviane Miranda
Texto e direção: Marcos Batsi
Duração: 75 minutos
Classificação: 12 anos



16h - Entre Máscaras



Entre Máscaras é resultado de um trabalho colaborativo realizado com os estudantes da oficina de teatro A Ordem do Caos e inspirado em contos do Conde de Lautréamont, Me Gritaram Negra, poema de Victoria Santa Cruz e nas obras do compositor Criolo. A montagem traz questionamentos sobre quem somos em sociedade e quantas máscaras nos travestem em personagens, a ponto de omitir o nosso verdadeiro eu. Cada ator entrega ao público parte de suas máscaras, dilemas, opressões e anseios. No palco, a plateia não verá apenas personagens, mas também partes de cada um dos membros do elenco.
Elenco: Aline Lourenço, Ana Paula Caetano, Ary Cruz, Bruno Marques, Caio Vale, Daniele Marcondes, Dinho Ribeiro, Guga Lopes, Gicelda Petrole, Henrique do Carmo, Larissa Costa, Márcio Moreno, Mariana Rocos, Patricia Kuriki, Rapha Luque, Senna Kozuma e Verena Garcia
Texto: Criação coletiva
Direção: Jéssica Nazli
Assistente de direção: Viviane Miranda
Duração: 50 minutos
Classificação: 16 anos


11 de dezembro

14h - Antinatural



As flores desabrocham até na dor. Numa família perdida, ela precisava crescer e fará de tudo para que isso aconteça. Ela só queria ser livre, mas para isso deverá enfrentar a si mesma, numa historia de amor e ódio. Antinatural fará você questionar seus conceitos sobre que é ser normal.

Elenco: Amanda Bulitini, Larissa Costa, Larissa Oliveira, Luana Oracic, Lucas Rodrigues, Priscila Torres, Ricardo Monteiro, Spartacus, Thais Araújo e Vitor Afonso.

Texto: Ednei Lino, com adaptação de Maru Tenório
Direção: Paula Felix
Duração: 45 minutos
Classificação: 16 anos

15h - Claro!



Um casal ensaia algumas tentativas para uma aproximação amorosa. Eles enfrentam, cada um à sua maneira, diversas situações inusitadas e embaraçosas desse primeiro encontro. À medida em que as tentativas de aproximação parecem falhar, há sempre um recomeço.

Elenco: Amanda Santos, Andressa Picheco, Carlos Paiva, Leonardo Faria, Liv Enoki, Matheus Masullo, Monalisa Barbosa e Reinaldo Calla
Texto: David Ives | Tradução: Marcel Avolio
Direção e adaptação: Josh Walter
Duração: 20 minutos
Classificação: Livre


15h20 - Reticências


Uma história contada por quatro personagens, envolvendo amor, paixão, tristeza, alegria, frustração e os caminhos que podem seguir.

Elenco: Amanda Bulitini, Kaique Gustavo, Luana Oracic e Thais Araújo
Texto e direção: Janna Lemos
Duração: 20 minutos
Classificação: Livre

Mais informações, acesse nosso evento oficial no Facebook ;)

14/09/2016

Terça Tem Teatro!

Por Larissa Costa

O Itaú Cultural tem uma programação teatral bem interessante este mês. Como destaque, o projeto “Terça Tem Teatro”, traz ao público peças gratuitas às terças-feiras no espaço. Ontem mesmo já foi possível aproveitar a programação, com a peça “O Barril”, com texto e atuação de Ângela Dip, direção de Vivien Buckup. O monólogo aborda, de maneira bem humorada, a solidão de uma mulher confinada dentro de um barril. Enquanto conversa sobre coisas do dia a dia, Ângela faz contorcionismo (cerca de 45 posições diferentes) em seu barril.


Na próxima semana, “O Ano Em Que Sonhamos Perigosamente” toma conta do palco. Dirigida por Pedro Wagner, a apresentação tem influências do texto de mesmo nome do filósofo Slavoj Žižek, e busca refletir sobre o momento político atual em que vivemos, além de ser um compilado dos 12 anos de existência do grupo pernambucano Magiluth. 






O último espetáculo do mês é “Lamartine Babo”. Com texto de Antunes Filho, direção cênica de Emerson Danesi e direção musical de Fernanda Maia. A peça trata sobre uma banda que ensaia músicas do compositor que dá nome à obra e, de repente, são surpreendidos por alguém que parece ter vindo de outra época. 
Todas as apresentações são gratuitas e apresentadas às 20h na Sala Itaú Cultural. Os ingressos são distribuídos uma hora antes do espetáculo para não preferenciais, e duas horas antes para preferenciais. Todas as apresentações têm acessibilidade em Libras. Veja a programação completa e mais detalhes abaixo:


O quê? Terça Tem Teatro
Quando? Toda terça, às 20hrs

O ANO EM QUE SONHAMOS PERIGOSAMENTE- 20/09 
Duração aproximada: 75 min
Classificação: 16 anos

LAMARTINE BABO- 27/09 
Duração aproximada: 75 min
Classificação: 10 anos

Onde? Avenida Paulista, 149 - São Paulo/SP
Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 247 lugares
Contatos: 11 2168 1777 / 2168 1776
atendimento@itaucultural.org.br
Entrada gratuita


Larissa Costa é estudante de jornalismo e estagiária na FAPCOM - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação. Acredita que foi a profissão que a escolheu e não o inverso. Gosta de observar os detalhes e admirar o que parece ser invisível. O estranho a envolve, o novo a atrai. Ama sorrir e chamar sorrisos. Gosta de ser feliz e transmitir esse sentimento a todos e todas que puder. É uma pequena garota que busca realizar seus gigantescos sonhos.

25/11/2015

Peças de conclusão da Oficina A Ordem do Caos 2015

Final de ano se aproxima e é chegada a hora da turma de estudantes do AODC subir ao palco do Centro Cultural Jabaquara para colocar em prática tudo o que aprenderam nas aulas de teatro.
Divdidos em quatro grupos, os formandos de 2015 se apresentam nos dias 6 e 20 de dezembro. Confira abaixo a programação completa! 


Mulheres Alteradas

Montagem inspirada na adaptação das tirinhas da chargista e cartunista argentina Maitena. A peça mapeia o discurso sobre a feminilidade presente no mundo contemporâneo de mulheres assoladas por cobranças e demandas desgastantes, muitas vezes quase impossíveis de atender simultaneamente: trabalhar o dia todo, serem mães maravilhosas, amantes insuperáveis e manter a boa forma física e estética. Além disso, ainda lutam com a necessidade de ostentar uma vida emocional serena e equilibrada.
Autoria: Criação coletiva (texto elaborado pelo elenco formado por estudantes da Oficina AODC 2015 monitorados por Josh Walter)
Revisão e Direção: Josh Walter
Direção Geral: Wellington Dias
Elenco: Alice Fernandes, Beatriz Cardenete, Daniela Teixeira, Danielle Dias, Márcio Moreno, Tânia Saad e Thayná Grisante Bonno.
Duração: 35 minutos

Quando? 6 de dezembro, às 16h
Confirme sua presença em nosso evento clicando aqui.



Jubileu e Romieta

Um príncipe mulherengo da idade média, durante uma de suas puladas de muro, se envolve com a princesa do país vizinho. Tentando corrigir seu erro, ele entra numa máquina para voltar ao passado. Porém, ele a programa errado e acaba vindo parar no século 21. Como o aparelho ficou danificado por causa da viagem, ele precisa de dinheiro para consertá-la e acaba conhecendo uma mulher que aceita arrumar a máquina em troca de um favor: casar seu “filho” com a “filha” de um empresário muito rico. Até aí, tudo tranquilo, se não houvesse um detalhe muito importante: o rapaz é gay e a moça é lésbica. Daí em diante, muita loucura e confusão nesta história, onde no final o amor prevalece.

Autor: Tiago Couto Ansani
Direção: Mettal Rodrigo e Pâmela Gomes
Direção geral: Wellington Dias
Elenco: Gabi Mattos, Gicelda Petrole, Marcel Avolio, Nane Dutra, Raphael Fonseca, Steffane Simioni, Victor Afonso e Wilker Souto.
Duração: 70 min
Quando? 6 de dezembro, às 15h.
Confirme sua presença em nosso evento clicando aqui.


Os Delírios de Pirilampa

O espetáculo conta a história da palhacinha Pirilampa, que sonha em montar seu próprio circo e por isso embarca em várias aventuras em busca de atrações para seu espetáculo. 

Autor: Criação coletiva (texto elaborado pelo elenco formado por estudantes da Oficina AODC 2015 monitorados por Ingrid Menezes)
Direção: Ingrid Menezes
Direção Geral: Wellington Dias
Elenco: Alex Marques, Beatriz Rodrigues, Jaq Latine, Juan Walker e Paula Caetano.
Duração: 40 minutos
Quando? 20 de dezembro, às 14h30.
Confirme sua presença em nosso evento clicando aqui.


Lampião e Maria Bonita 
O Rei do Cangaço e a Mulata da Terra do Condor

A peça fala sobre Lampião e Maria Bonita, a única mulher do sertão a mexer com o coração do Rei do Cangaço. A trama mostra a história do casal, desde quando se conheceram, passando pelos problemas que o bando de Lampião enfrentou até a difícil decisão que a dupla precisa tomar para seguir em frente e enfrentar o terrível destino que os aguarda. 

Autor: Dallva Rodrigues
Direção: Joel Ícarus
Direção geral: Wellington Dias
Elenco: Andressa Picheco, Bianca de Oliveira, Cláudia Jugue, Dinho Ribeiro, Flávio Herculano, Gabrielly Huskie, Jack, Jaqueline Ferreira, Kaique Gustavo, Marcel Avolio, Michelle Hoffmann, Soeli Maria e Victor Conrado.
Duração: 50 minutos
Quando? 20 de dezembro, às 15h
Confirme sua presença em nosso evento clicando aqui.

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A Ordem do Caos também apresenta seu trabalho

O grupo que ministra a oficina também traz ao público duas de suas montagens, nos mesmos dias em que seus estudantes se apresentam. Veja espetáculos, datas e horários:

Escrevendo Eu


Ao decidir fazer sua autobiografia, um escritor é convencido a trocar de lugar com sua “consciência”. O que aconteceria se a sua consciência falasse com você? E, pior, mostrasse que a sua vida, perfeita, é cheia de defeitos? As ações imprevisíveis deste outro “eu” contradizem a personalidade conservadora do escritor e ambos, então, decidem reescrever toda a sua história.

Autor: Eduardo Silva
Direção: Wellington Dias
Elenco: Alinne Cardoso, Andressa Picheco, Jonathan Silva, Julinha Gomez, Lethícia Thiemy, Marilúcia Rodrigues, Wellington Dias e Wilker Souto.
Duração: 40 min
Quando? 6 de dezembro, às 17h
Confirme sua presença em nosso evento clicando aqui.


O Rouxinol e a Rosa

Qual sacrifício vale a pena por um amor verdadeiro? Até onde é possível doar-se pela paixão? Em O Rouxinol e a Rosa, o sentimento incondicional é o protagonista da história, um emocionante conto de Oscar Wilde que promete tocar o coração do público.

Autor: Oscar Wilde
Direção: Wellington Dias
Elenco: Ana Luísa Marcos, Carol Zanola, Gi Barboli, Malena Silva, Marcel Avolio, Mettal Rodrigo, Pâmela Gomes, Paula Félix, Viviane Miranda e Wellington Dias.
Duração: 40 minutos
Quando? 20 de dezembro, às 17h
Confirme sua presença em nosso evento clicando aqui.

Todos os espetáculos têm entrada gratuita e ocorrem no Acervo da Memória e do Viver Afro-brasileiro, antigo Centro Cultural Jabaquara, localizado à rua Arsênio Tavolieri, 45, a cinco minutos do Metrô (Jabaquara | Linha 1 - Azul). 
Não há a necessidade de retirada antecipada de ingressos, porém é recomendado chegar ao local com pelo menos 20 minutos de antecedência. Aguardamos você! Venha prestigiar o grupo A Ordem do Caos e seus estudantes!

29/08/2015

A Filosofia na Alcova de Os Satyros

Por Danilo Moreira


A efervescência da Praça Roosevelt às 23h de uma sexta-feira me trouxe uma sensação deliciosa. Não apenas pela galera descolada nos barzinhos e calçadas da região, mas a quantidade de teatros ao redor. Quando soube que ali ficam as instalações de Os Satyros, grupo de teatro nascido no começo dos anos 1990 e famoso pelas peças provocantes, decidi matar a minha curiosidade e fui com um amigo assistir a peça Filosofia na Alcova, inspirado no livro homônimo do aristocrata e escritor francês Marques de Sade (1740-1814), conhecido por escandalizar a sociedade francesa do século XVIII com sua mentalidade libertina. É a terceira vez que o grupo encena esta peça, e a adaptação foi feita por Rodolfo Garcia Vásquez, considerado um dos melhores diretores brasileiros do teatro contemporâneo.

O palco traz aspectos da França do século XVIII, período em que se desenrola a história, que aborda a educação da jovem Eugénie, recém saída de um convento, interpretada por Bel Friósi. O cínico Domancé (Henrique Mello) e a devassa madame de Saint Ange (Stefhane Souza) ficam responsáveis por educá-la por meio da filosofia libertina, com atividades teóricas e práticas de iniciação sexual, pois, acreditam que somente desta forma é possível o homem descobrir a plena liberdade e romper com os restos de moralidade e religiosidade que atrapalham sua aprendizagem e essência. A mãe de Eugénie (interpretada por Suzana Muniz), típica “mãe de família” carregada de dogmas morais e religiosos, vai ao palácio buscar a filha, dando início a um confronto sobre o que é a libertinagem e dilemas morais da sociedade.

Para quem se deixa levar por aparências, incomoda-se com beijo gay em novela ou vê ameaças à integridade da família até em comercial de perfumes, recomendo passar longe desta peça, a menos que aceite o desafio de abrir as pernas da sua mente e aceitar ser penetrado por algumas verdades, ou pelo menos despertado a refletir sobre elas. A peça abre de forma inteligente as entranhas da sociedade e expõe o ser humano de forma crua, sem pudor, alfinetando as hipocrisias morais que contaminam as instituições como a família, o Estado e também as religiões. As cenas da mãe da jovem, sentada em uma cadeira no alto do palco, representam o manto moral que muitas pessoas vestem para transmitir uma imagem recatada às outras, nos fazendo lembrar de tantos tipos que conhecemos pelo mundo afora, carregados de preconceitos e que vivem preocupados com o julgamento alheio. Já no chão do palco, vemos um espetáculo que combina perversidades sexuais, liberação de desejos e críticas ferozes aos vigilantes dos desejos alheios de uma forma crua, áspera, com uma ferocidade animalesca, mas belíssima.



Os atores mostram muita intimidade entre si e desenvoltura em cena, sem pudores e papas na língua – ou no corpo, como o caso do ator Hugo Godinho que, sem falas, faz diversos jogos corporais em cena e impressiona pela resistência física ao permanecer por tantos minutos estático em posições impressionantes. Outro destaque é o mordomo interpretado pela renomada atriz de origem cubana, Phedra Córdoba, capaz de ser elegante e pervertido em uma mesma cena. Felipe Moretti também integra o elenco como um dos libertinos do palácio.

“A Filosofia na Alcova” faz parte da Tetralogia Libertina, uma série de peças baseadas na obra de Sade e que conta com a produção inédita de “Justine” e remontagens de “120 Dias de Sodoma” e “Juliette”, também já produzidas pelos Satyros. Ainda pretendo assistir às outras, mas de antemão fica a minha recomendação para ver ao menos esta. A peça é um soco bem dado na cara de uma sociedade com tantos dedos que apontam, julgam, mas agem de forma hipócrita. As personagens tiram palavras de nossa boca, berram aquilo que às vezes temos vontade de falar até em casa, utilizam gestos, expressões e metáforas visuais que podem até chocar de início. Mas com o tempo, aquela atmosfera tão lasciva, inflamada e destrutiva nos faz pensar na mediocridade que a sociedade ainda vive, mesmo quase 300 anos depois.

Se você curtiu a ideia da peça, então corra para a Estação Satyros, pois ela está em cartaz até dia 1º de novembro, às sextas-feiras, a partir das 0h e aos domingos às 19h00. Os ingressos custam R$40 (inteira), ou R$ 20 (meia entrada). Não é recomendada para menores de 18 anos. Informações e reservas podem ser obtidas pelos telefones (11) 3258-6345 ou no (11) 3231-1954.
A Estação Satyros fica na Praça Roosevelt, 134 – Consolação.

Aproveite!
Conheça mais sobre Os Satyros e suas peças em cartaz clicando em: http://www.satyros.com.br/

Danilo Moreira é jornalista e escritor. Além de gostar de observar e delirar sobre as entrelinhas do cotidiano, atua no jornalismo empresarial e também produz conteúdos voltados à Criatividade. Trabalhou no teatro por três anos com atuação e criação de roteiros. Escreve mensalmente para o AODC Notícias.

Fontes de apoio: http://goo.gl/nlGU00
http://goo.gl/cySOH9

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