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20/07/2015

Novos Sons da MPB | Iria Braga


Nos últimos anos, a música popular brasileira tem revelado talentos que retratam nossa qualidade musical espalhada pelos quatro cantos do país. Lá do Sul, Iria Braga tem despontado como uma das principais promessas desta safra.

Paranaense de Curitiba, cantando profissionalmente desde 1999 e filha de muitas influências e experiências, Iria procura imprimir sua personalidade no que canta e produz. A artista passeia pelo samba, caminha pelo jazz, namora o pop, flerta com a erudição e, acima de tudo, mantém em sua trajetória a filosofia de vida que aprendeu com a avó: "Tudo pode passar na sua vida, menos a música".

Seu currículo é caracterizado pelo trânsito entre a música e o teatro, bem como pela mistura dessas artes em suas produções. No campo da atuação, tem uma carreira consolidada há cerca de 18 anos. Hoje, paralelo à música, também apresenta o É-Cultura no canal É-Paraná. 

Sua primeira lembrança musical vem da ligação afetiva com sua avó materna Áurea. No início era um repertório religioso, do coro da igreja, mas aos poucos foi evoluindo. Em casa, ouvia rádio e gravava as melhores da FM em seu toca-fitas vermelho para depois dublar como num karaokê. Ouvia também, por intermédio de seu padrasto, a coleção completa da dupla sertaneja João Mineiro e Marciano e a coleção da banda Kiss, dos quais era fã. A diversidade e a contradição conviveram íntimas em sua formação, fator que revela muito sobre seu pensamento criativo.

Após aprimorar-se em cursos de teatro e canto, seu divisor de águas foi a audição de "Travessia”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, interpretada por Elis Regina. O primeiro show não demorou muito e conta com um fato curioso: sua história começa numa desilusão amorosa. Para enfatizar o fim do relacionamento, o ex-namorado lhe sugere ouvir “Acontece”, do sambista Cartola. Iria apaixonou-se pela obra, curou a dor de cotovelo e a transformou em repertório de sua estreia como cantora profissional no show “Fita Meus Olhos”, de 2000, com direção de Cleber Braga.

Dois anos depois montou o espetáculo “Oração ao Tempo”, inspirado na cultura afro-brasileira. Em 2004, com a direção de Indioney Rodrigues, “De Cor Laranja Amarelo Ouro” dá continuidade à pesquisa do show anterior. Em 2007, veio "Flor de Maracujá", com músicas inéditas de compositores paranaenses. Nesse mesmo ano, Iria viaja à França e apresenta-se em diversos espaços culturais. Absorveu o que pôde da cultura em Paris, reconheceu a força da música brasileira no exterior e decidiu voltar ao Brasil para se dedicar à carreira de cantora. O resultado foram os shows “Peixe-Estrela” (2008), com repertório exclusivo da compositora e cantora Joyce, e “Mélanger” (2009), uma mescla de canções brasileiras e francesas.


Atualmente, Iria dá continuidade ao show “Volátil” em parceria com o pianista Davi Sartori, projeto que vem percorrendo cidades como São Paulo, Londrina, Curitiba e Campo Grande. Seu mais recente CD, fruto de uma iniciativa independente com o apoio do estúdio Gramofone + Musical, possui nove faixas que têm direção musical e arranjos do guitarrista Oliver Pellet. Compositores como Arrigo Barnabé, Estrela Leminski, Elizabeth Fadel, Cartola, Wagner Barbosa, Georges Bizet, entre outros, figuram no repertório. Iria também conta com um time de músicos e parceiros de longa data, como Denis Mariano (bateria), Alonso Figueroa (samples e efeitos), Sandro Guaraná (baixo), Davi Sartori (piano), Indioney Rodrigues (direção musical), Carmem Jorge (Direção cênica) e Victor Sabbag (iluminação).

Quer conhecer todo o trabalho desta apresentadora e intérprete? Acesse aqui seu canal no Youtube e deixe-se levar pela leveza musical e talento de Iria Braga.

Facebook: Iria Braga
Site: http://iriabraga.com/

*Com informações de Arthur Vilhena | Assessoria de Imprensa Iria Braga