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08/06/2014

Cidades

Por Talita Araújo

"La civilización siempre pareció necesitar una ciudad."

- Frank Lloyd Wright, The future of architecture -
(Extraído do livro “Historia de la forma urbana”)



A cidade não é somente o que vemos ao andarmos apressados pelas ruas ou avenidas, ela está muito além da nossa vista limitada, ela é um organismo vivo.


As cidades surgiram a partir do momento que o homem deixou de ser nômade e fixou-se sobre um território. Possibilitando as oportunidades de crescimento do local.

Por ser fixa, relações se estabelecem - duradouras ou não -, elas foram proporcionadas pela cidade.


Com a correria ocasionada pela urbanização,  não paramos para dar a devida importância à nossa cidade e ao que ela produz, não somente quanto as nossas relações de trabalho, mas também, as relações sociais. Se prestássemos mais atenção a esses detalhes, assuntos como a sustentabilidade não seria algo tão difícil de ser tratado, pois se tornaria natural.



Fotos: Talita Araújo (Minas Gerais)



Talita Araújo cursa Arquitetura e Urbanismo, perfeccionista e amante das artes. Escreve quinzenalmente aos domingos para o AODC notícias.

16/02/2014

Na natureza não há castigo nem prêmios, só consequências

Por Talita Araújo

Desde que existe gente na Terra, a Arquitetura se fez presente com a grande arte de projetar, pensar, criar e construir espaços bem aproveitados para o benefício do convívio, conforto e descanso do indivíduo. Porém, as mudanças nos costumes e na cultura das sociedades, que cronologicamente ocorreram, não enxergaram nem previram os impactos ambientais no futuro. O planeta que vivemos mudou e, essas mudanças ocorridas pelo seu próprio funcionamento e potencializadas por nós, nos fez repensar o modo em como construirmos nossa vida daqui pra frente.





Um ramo na Arquitetura, chamado Bioarquitetura, visa construir imóveis em harmonia com a natureza, impedindo que o homem troque de lugar com a mesma. Com esse novo conceito de pensar o mundo que habitamos, surgiram uns caras aí que para muitos são loucos, hippies, eco chatos, veggies, etc, que criaram eco vilas e vivem de boa em lugares extremamente sustentáveis, desde a utilização da sua energia até a sua alimentação provém da natureza.







Segundo a Global Ecovillage Network (GEN) “Ecovilas são comunidades rurais ou urbanas de pessoas, que buscam integrar um ambiente social assegurador de um estilo de vida de baixo impacto ecológico. Para atingir este objetivo, as ecovilas integram vários aspectos do projeto ecológico, permacultura, construções de baixo impacto, produção verde, energia alternativa, práticas de fortalecimento de comunidade e muito mais”





Não estou te convidando a morar numa eco vila ou se tornar um jovem radical "eco chato", mas simplesmente a pensar na forma com que tratamos nosso impulso compulsivo por gerar lixos e mais lixos, tornando lixo potenciais gigantescos que poderiam ser aproveitados em construções, na agricultura etc.  

Para quem quiser ficar mais dentro do assunto eu indico essa matéria que explica de forma muito simples e clara o conceito das eco vilas e das comunidades sustentáveis: http://meioambiente.culturamix.com/desenvolvimento-sustentavel/ecovilas-comunidades-sustentaveis



Fontes:
http://mbecovilas.wordpress.com/ecovilas/
http://www.bioarquiteto.com.br/
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/conteudo_271284.shtml
Imagens:
facebook.com/arquitetapage
www. meioambiente.culturamix.com
www.panoramio.com


Talita Araújo cursa Arquitetura e Urbanismo, perfeccionista e amante das artes. Escreve quinzenalmente aos domingos para o AODC notícias.

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