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19/07/2015

Cultura e Periferia | 10ª Mostra Cultural A Ordem do Caos

Por Carol Zanola, Gi Olmedo e Jonathan Silva

Em todos os domingos de julho, a partir das 14h, você poderá curtir uma tarde repleta de arte no Jabaquara, visitando nossa 10ª Mostra Cultural A Ordem do Caos.




Dá só uma olhada na programação deste final de semana! Não há distrbuição de ingressos, porém recomenda-se chegar com 15 minutos de antecedência antes de cada espetáculo a ser apresentado.


Quer saber o que o público tem achado do evento e suas visões sobre arte? O Jonathan Silva e a Carol Zanola conversaram com a Daniela Teixeira, que esteve presente no Centro Cultural Jabaquara no primeiro domingo de atividades.



Além disso, o AODC Notícias também bateu um papo com Wellington Dias, Paulo Akxyll e Ingrid Menezes, respectivamente diretor e membros do grupo A Ordem do Caos, sobre como é produzir uma Mostra Cultural e qual a importância de levar movimentos artísticos de forma gratuita à periferia, dando acesso àqueles que nunca ou raramente podem conferir de perto atrações como estas.


Para ver mais entrevistas com os participantes da 10ª Mostra, acesse aqui.

E fique ligado: ainda há tempo para você vir participar dessa festa, com entrada franca! Veja toda a programação da 10ª Mostra Cultural A Ordem do Caos em nosso evento. E não deixe de nos seguir também nas redes sociais! Clique nos links e acompanhe nossas atividades, projetos e novidades: Facebook | Twitter | Instagram

A Ordem do Caos | Grupo Teatral

17/07/2014

O poder do metal

Por Jana Silva

O Power Metal é um subgênero do Metal que teve origem na Europa, mais especificamente na Alemanha entre os anos 80 e 90 a partir do Speed Metal, diferindo-se deste por ser mais melódico. Suas letras abordam diversos temas como mitologia, fantasia, ficção científica e até religião. Seus versos são mais otimistas, diferentemente das letras de outros gêneros do metal.

E talvez você esteja se perguntando por que o termo Power Metal? E a resposta é simples. Porque as músicas desse gênero buscam ser otimistas, cheias de energia, que te impulsionam para seguir em frente.

A banda Helloween é considerada a fundadora do gênero, ao produzir entre 1987 e 1988 o álbum duplo chamado “Keeper Of The Seven Keys”, que depois se tornou um modelo para o gênero.


A Angra é uma banda de Power Metal brasileira (que canta em inglês) formada em 1991. Para fins de curiosidade, seu ex-vocalista Edu Falaschi é responsável por interpretar a música Pegasus Fantasy (abertura do anime Cavaleiros dos Zodíacos).






Fontes:



Jana Silva é estudante da oficina teatral A Ordem do Caos 2014. 

15/05/2014

O Cinza Predomina…

Por Bianca Mota



Quem nunca notou a presença de grafites nas ruas, prédios e muros de São Paulo? Bem, eles não passam despercebidos, até porque são os grafites que deixam a cidade mais colorida, alegre e reflexiva. Se você é um apreciador das artes de rua, vai entender como é triste e frustrante descobrir que essas obras foram apagadas como se não fossem nada de importante para a nossa cultura.

Recentemente,  alguns grafiteiros se reuniram na Nova Radial Leste de Itaquera para pintar um muro com a autorização da Subprefeitura. O trabalho realizado deixou a avenida mais interessante, mas o que realmente chamava atenção era o fato de, alguns dos grafites, terem como referência críticas em relação a copa. Depois de uma semana que essas obras foram concluídas a Subprefeitura mandou remover os grafites sem qualquer tipo de explicação. Isso não só deixou os grafiteiros indignados, como também afetou o humor de quem passa por lá.   





Não é a primeira e nem a última vez que isso irá acontecer, temos como exemplo uma das obras da dupla “OsGemeos” que também foi apagada na Vila Mariana, mas que nesse caso, não faz nenhum tipo de crítica.




O artigo 5º, inciso IX, da Constituição Federal em vigor, garante a liberdade artística independente de qualquer censura ou licença. ”É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;”, diz o artigo do capítulo dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos.


Grafitar é uma liberdade artística e não há motivos para que ela seja censurada. O grafite é cultura, apagar essas obras do mapa significa apagar a nossa identidade. É deixar apenas o cinza predominar…





“Amanhece! E na cidade é possível ver e sentir a presença de novas cores
Cores que deixam a cidade com toque de novo. Um toque com vários sabores
As paredes já não estão mais tão vazias… Sem almas
Agora elas representam amores, com flores e calmas

Desperta a atenção da mais jovem à mais idosa. E todos arriscam palpites.
Mal imaginam que quem fez aquelas artes são os discriminados ‘heróis do grafite’
Em questão de tempo aquela obra já não pode ser mais vista
É como um amor não correspondido. Não tem nem tempo de despedida

Vem então o conflito. “Mas foi autorizado pela prefeitura, senhor juiz.”
Isso não importa, no fundo o que eles querem realmente é uma cidade infeliz
Mas a arte não pode parar, tem muita parede vazia precisando se alegrar
Enraizada nas almas os grafites ficarão, e para sempre será de muitos a eterna paixão.”
-
Caetano Araújo


Referências:
Subprefeitura permite grafites em Itaquera e depois apaga trabalho: http://www.itaimpaulista.com.br/portal/index.php?secao=news&subsecao=5&id_noticia=2433
Imagens:
2 - Tirada por Bianca Mota na Av. José Pinheiro Borges (Nova Radial Leste). Grafite feito por Todyone.



Bianca Mota tem 17 anos e é estudante da Oficina Teatral A Ordem Do Caos de 2014.

09/05/2014

O "renascimento" da contracultura

Por Caetano Araújo 


Em meados da década de 60, surge um movimento que busca derrubar as barreiras impostas socialmente e politicamente; mais do que uma forma de manifestar a insatisfação com a situação de repressão vivida na época, o movimento buscava uma mudança radical na sociedade. Uma mudança ideológica. Esse movimento ficou conhecido como contracultura.

Mas de que forma a contracultura age na sociedade nos dias de hoje?  Qual importância desse movimento para a transformação de ideais políticos? 

Se formos buscar um marco representativo para a contracultura, teremos como principal ação e evento contracultural o Festival de Woodstock (ocorrido em Nova Iorque no ano de 1969). Mais do que um festival musical, o evento reuniu e mostrou para o mundo o rompimento ideológico da época.

As principais características desse movimento, em sua origem, eram:
  •  a busca pela liberdade  de expressão;
  •  a valorização da natureza;
  •  a fuga da cultura de massa; 
  •  reivindicações políticas.
Porém o movimento acabou recebendo, por muitos, uma conotação negativa. 

Umas das maiores críticas ligadas à contracultura foi voltada para relação dos participantes com drogas ilícitas (principalmente cocaína e maconha). 
Por muito tempo teve-se a ideia de que artistas contraculturais necessariamente eram usuários desses produtos.

Com o passar das décadas o movimento foi "caindo no esquecimento" da população. Ao entrar na segunda década do século XXI o movimento volta a ganhar força nas diversas formas de manifestação cultural e social.

Se na década de 60 as referências desse movimento estavam ligadas diretamente ao "movimento hippie", hoje a contracultura está bastante relacionada ao "movimento RAP". Músicos e compositores ligados à essa forma de expressão artística enxergam e buscam passar em suas composições o que é conhecido como "aquilo que a mídia esconde". Ou seja, eles buscam mostrar a censura que a população sofre muitas vezes sem perceber. Além dessa forma de expressão, outros segmentos são fortemente ligados com a contracultura, como é o caso dos grupos denominados "punks".



Segundo  Rhandus Maurício Santana, conhecido Scooby, músico-compositor desde 2007 "o movimento influencia muito na liberdade das pessoas serem o que elas querem e inovarem suas vidas e estilos de como querem viver". 



Porém, o movimento não limita-se apenas à musica. A contracultura está ligada desde o vestuário de uma pessoa até o alimento que ela opta por comer. O que vem ocorrendo, entretanto, é que determinados grupos de mídias e políticos têm utilizado desse movimento para se promoverem. Acabam se denominando "defensores" da contracultura para assim conseguirem seus objetivos (na maioria das vezes com fins lucrativos).

No geral, a contracultura foi e ainda é uma forma dos artistas expressarem suas insatisfações com o que muitas vezes a sociedade, mídia ou grupos políticos impõem.



Caetano Araújo é estudante da oficina teatral A Ordem do Caos | 2014

24/04/2014

Hou... o quê???

Por Gregori Guardia




De fato, o teatro é um meio de convergência das artes. Concorda? E ele próprio nos impele e nos “atormenta” a pesquisar e praticar coisas novas, certo?

Pois bem, então vamos direto ao universo e a atmosfera da House Dance!
Hou... o quê???

House Dance é uma das modalidades de danças urbanas, mas diferente do hip-hop, locking, popping e breaking, ela surgiu nos clubs de Chicago (EUA), frequentado em maioria por latinos, negros e gays, em meados dos anos 80. Sim, o estilo que dá o ritmo a Dança House, é sim a House music, aquela que talvez em alguma balada você tenha ouvido falar... Ah, isso é House!

Primeiro surgiu a House music quando Dj’s  de um club em Chicago (EUA), cujo nome era WareHouse, tocavam Disco music, Soul, Funk e R&B. Não satisfeitos começaram a misturar esses estilos com novas batidas oriundas de baterias eletrônicas (samplers). Surgia ai, o embrião da House music que rapidamente se espalhou para outros clubs de Chicago e posteriormente migrou para os clubs de New York City (chegaremos lá). O principal Dj dessa cena, considerado o “pai” da House music era o Dj Frankie Knuckles.

Ah, só lembrando que os frequentadores dos Clubs procuravam nas lojas de discos de Chicago as músicas que tocavam na WareHouse, tipo... “Ah, sabe aquela música que toca na WareHouse, você têm ai?? Não demorou muito e naturalmente abreviaram para “House”.

Os movimentos da House Dance têm origem na salsa e no sapateado americano (tap). Mas no final dos anos 80, as pessoas começaram a se movimentar diferente ao som daquele ritmo, foi então que esse movimento com o tronco executado no contra-tempo da batida, que ficou conhecido como “Jacking” se tornou a essência da dança House.

A Dança House é principalmente uma dança improvisada do que coreografada, que preza mais pela união e diversão, ao invés do virtuosismo e competição, de maneira que não teve apenas um criador, e foi concebida de forma coletiva (olha o teatro ai) na forma mais social mesmo da dança. De qualquer forma, vale ressaltar os nomes de Brian Green e Space Capitol, pela grande contribuição que deram para a consolidação do estilo.

Agora sim chegamos a New York City, quando a House music já dominava não somente as casas frequentadas por negros, latinos e gays como em Chicago, mas também a cena club da cidade de Wall Street. Foi então neste período, final dos anos 80 e começo dos 90, que a dança House ganha o seu terceiro elemento, o Lofting. Movimentos de chão (já conhecidos como footwork no breaking) e acrobacias de dança, com forte influência da Capoeira e do Break Dance, mas com estilo muito próprio da dança House. Podemos dizer que o lofting deu um embelezamento a House Dance.




Vale lembrar aqui alguns nomes importantes da cena da “House Dance” que até hoje representam o estilo no mundo todo.

São eles:  Ejoe Wilson, Brian "Footwork" Green, Tony McGregor, Marjory Smarth, Caleaf Sellers, "Brooklyn" Terry Wright, Shannon Mabra, Tony "Sekou" Williams, Shannon Selby (aka Shan S), Voodoo Ray, Chris Sawyer e muitos outros. Alguns antes deles como Bravo, Karate Kris, Archie Burnett, Manny bem como muitos lofters e pessoas comuns que frequentaram festas como Paradise Garage, Studio 54 e The Loft.

Atualmente existem várias competições de House Dance na Europa, Estados Unidos, Ásia e Brasil, como o “Just Debout” na França, “House Dance International” em Nova Iorque, os renomados “House Dance Forever” e “Summer Dance Forever” em Amsterdã na Holanda e em especial, o Rio H2K no Brasil. Competições essas, nos mesmos moldes de “batalha” como acontece em outros estilos de danças urbanas.

Dos grupos mais respeitados hoje na cena House, destaque para o “Serial Stepperz” da França, “Dance Fusion” de Nova Iorque (um dos mais antigos) e o “Undergroud Vibration” do Brasil, composto por professores ativos da “Casa da Dança Tati Sanchis”, localizado nos bairros de Perdizes e Pompéia em São Paulo.

E pra finalizar, posto aqui pra quem se interessar mais, esse link referente ao texto de composição da música “My House” de Chuck Robert.

Esta declamação gravada em 1988, é considerada o hino da House music e marca a consolidação, como sendo um ritmo legítimo a partir de então.


"My House" Chuck Roberts In the 
Beginning there was Jack


Texto em inglês (é possível aplicar tradução na própria página)

Obs: A tradução pode ficar um pouca confusa, em razão de muitas palavras e termos não terem um tradução adequada para português, mas é possível assimilar a intenção das frases.


Também compartilho com vocês, um vídeo de uma “batalha” de House Dance que aconteceu em 2013 no evento “Cercle Underground” em Paris na França, em que competiram o grupo “Wanted Possed” da França contra o “Made in Brazil”, grupo aqui de São Paulo. Veja em https://www.youtube.com/watch?v=oBFn914Gnl8




Referências:
House Dance: Dança e História: Texto publicado no blog da B.Girl KeysethePrincess - http://keysytheprincess.blogspot.com.br/2010/04/house-dance-danca-e-historia.html
Dança House: Artigo publicado no site Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_House
Danças Urbanas: uma história a ser narrada: Pesquisa elaborada por Rose Mary Marques Papolo Colombero, Grupo de Pesquisa em Educação Física Escolar – FEUSP, Julho/2011
http://www.gpef.fe.usp.br/teses/agenda_2011_09.pdf
Tudo sobre House Music: Artigo escrito por Jarrier Modrow no site squidoo.com
http://www.squidoo.com/tudo-sobre-house-music
Dança de Rua – House Dance: Texto publicado no site da Cia de dança Banana Broadway
http://www.bananabroadway.com.br/artigos.asp?id_conteudo=43



Gregori Guardia é ator, está no 7º semestre do curso de comunicação social – habilitação em Rádio e TV e é estudante da Oficina Teatral “A Ordem do Caos” 2014

18/03/2014

Arte e sua essência



Por Sheila Borges




Ir atrás do que se acredita
Fazer arte com amor
Uma menina tão inteligente
Uma mulher de valor
Nos olhos a ternura
De um sonho a se realizar
Pela arte e a cultura
Alegria a esbanjar.


Poema inspirado na linda Ingrid Menezes do  Grupo Teatral " A Ordem do Caos", que traz na sua essência a arte de uma forma tão delicada!


Foto: Sheila Borges
8ª Mostra do CCJ
07/2013

Peça "O Parturião" - CEU Três Pontes
08/2013

                                           
Peça "O Parturião" - CEU Três Pontes
08/2013





Apreciem e agucem seu olhar!



Sheila Borges é fotógrafa e estudante de Produção Audiovisual, participa de projetos culturais com alguns amigos e é uma grande apreciadora do cinema em geral. Ela escreve para o AODC Notícias quinzenalmente, sempre às terças-feiras. Aprecie fotografias que captam sentimentos, cotidiano urbano e muita arte em Sheila Borges Fotógrafa

27/01/2014

OFICINA DE TECIDO AÉREO – FORÇA, POSTURA E QUEDA


A oficina volta a partir do dia 04 de fevereiro


A oficina é voltada para iniciantes a partir dos 10 anos, os alunos exercitarão a força, a flexibilidade e a resistência valorizando a expressão corporal e a arte do circo. As aulas serão praticas e feitas em tecidos com o objetivo de desenvolver artisticamente a expressividade ampliando o conhecimento corporal e a prática da resistência física.

As aulas ocorrem de terça e quinta das 19:30 as 21:30.

Para a inscrição é necessário preencher um termo de compromisso que está disponível no Universo Cultural da Matilde nos dias e horários das aulas.

Menores de idade precisam fazer a inscrição com um responsável.

A mensalidade custa R$ 70,00 com vencimento sempre na primeira semana do mês.

A oficina dura o ano todo.





Rua Senador Vergueiro 551 - Centro - São Caetano do Sul (atras do Hipermercado Extra da av. Goias)

Informações (11) 2759-1756


15/11/2013

A Entrevista

Por Ingrid Menezes

Estamos em crise, é fato que esta faltando qualificação de profissionais para o mercado de trabalho, as empresas estão cada vez mais exigentes quando o assunto é contratar, tão exigentes que nem estão contratando.  É conheço pessoas que estão meses procurando oportunidade e nada, pessoas formada, focadas, interessadas e tudo mais. E eu cai neste buraco profundo do desemprego. Estou há algum tempo à procura de uma oportunidade na minha área, alias agora estou desesperada pois, daqui a pouco, vou  pedir pra a trabalhar no Mc Donalds . Bom, e nesta onda ruim, estou passando por vários processos seletivos dos quais consigo tirar varias pérolas.
Todos, ou pelo menos a maioria, quando se preparam para uma entrevista, seguem um passo a passo para tentar se sair bem diante do selecionador. A resposta é não. É incrível como existe pessoas que conseguem fazer de uma entrevista um verdadeiro circo, sim , circo. Eu no lugar dos selecionadores choraria de tanto rir de algumas respostas.
Como uma boa desempregada eu me candidato a algumas vagas e sou convocada para algumas entrevistas, e tem aquelas que o selecionador esta com preguiça e então ele faz aquela entrevista coletiva, sabe?!   Quando o candidato descobre que além de ter que falar bem de si para uma pessoa que vai estar avaliando, ele vai ter também que fazer bonito para umas 10 pessoas. É sacanagem com o cidadão, né? Mais enfim, são nessas entrevistas coletivas que podemos coletar as pérolas. Que vou dividir com vocês nos dias da minha coluna.

Estou eu em uma entrevista quando nos colocam na sala de reunião. Primeiro baque:  a entrevista coletiva. Ok, então tá! Vamos sorrir e nos fazer de superiores. Daí me chega a “MOCINHA DO  RH” (Só me tirem uma duvida, por que todo mundo chama os profissionais DE RECURSOS HUMANOS de “MOCINHA DO RH”? Juro, em meu ultimo emprego ninguém sabia meu nome, era “MOCINHA DO RH”. E nas empresas mais antigas quando eu não era do RH, eu chamava  as meninas de “MOCINHAS DO RH”) Bom, voltando ao causo. A “MOCINHA DO RH” chega e se apresenta toda simpática, sorridente, receptiva, tudo isso para deixar os candidatos a vontade, para que corra tudo bem na entrevista. Até aí tudo normal, quando “A MOCINHA DO RH” apresenta o gerente do departamento onde existe a vaga disponível,  e será ele que condicionará a entrevista. Alguém notou algo? Não né?  E quando eu revelo que o cara era português de Portugal com sotaque pesadamente de Portugal. Pera ai!  Ninguém me avisou que eu tinha que fazer um curso de português de Portugal para fazer a entrevista! Tá não é uma coisa incompreensível,  mas gente, ajuda! Temos que ser rápidos quando respondemos aos entrevistadores, mas até raciocinar o que o "portuga" perguntou leva um tempo a mais, e claro “A MOCINHA DO RH” se colocou de ao lado do português e não abriu mais a boca. Eu queria tanto ouvir o sotaque brasileiro dela. Superado os baques do começo da entrevistas, o português começa com as perguntas.  Começou pelo candidato da ponta com aquela coisa clichê, perguntando nome, a idade, experiência. Até aí tudo bem! Daí o "portuga" faz uma pergunta simples, “o que te atraiu nesta vaga?“ (juro que vejo esta cena em câmera lenta,) o candidato vira e responde: “os benefícios”. Hora de o português rebater (por que é este o trabalho dos selecionadores criarem barreiras e, claro, a do candidato é quebrar as barreiras) mas não, ele me responde “VR e VT”.  Gente, valorizem-se como profissionais, seja de qualquer área, vale-transporte e vale-refeição são o mínimo que a empresa deve oferecer aos seus colaboradores , busquem por plano de carreira, possibilidades de aprendizagem enfim, se mesmo assim isso não for mais importante inventem algo mais bonitinho para responder. O mercado de trabalho procura por profissionais com metas, objetivos profissionais,  e esta resposta pode ajudar ou no caso atrapalhar muito na avaliação.
Ingrid Menezes Formada em Gestão de Pessoas e atriz do Grupo A Ordem do Caos.

09/11/2013

Yerma - Formatura da Oficina 2013

Yerma - Drama.
De: Frederico Garcia Lorca. 

Adapt. e Direção : Ingrid Menezes.
Direção Geral: Wellington Dias.

Yerma uma mulher do campo que apesar de frustadas tentativas não consegue conceber um filho, e enfrenta a indiferença de seu marido João diante esse sofrimento. 

Com Ana Luíza, Carol Zanola, Flavia Vogado, Jessica Eliana, Larissa Vasconcelos, Mizael Trevisol, Nilo Abreu, Pamela Gomes, Viviane Miranda. 60 min.

Centro Cultural Jabaquara. Rua Arsênio Tavolieri, 45, próx. a estação de metro Jabaquara. Dom. 08/ 12, 18:00 hs. Grátis. 14 anos.

Participe do evento no Facebook:

10/07/2012

Esquete "O Jogo" promete arrepiar o CCJabaquara


Um casamento desfeito e uma mente vingativa. Com este tema, a obra O Jogo, de autoria de Sérgio Virgílio e direção de Ingrid Menezes, participa da 7ª Mostra do Centro Cultural Jabaquara. 

Lígia, uma mulher fria e poderosa, acostumada a ter tudo aos seus pés, não aceita quando Carlos, seu marido, decide ir embora para viver com Helena, uma atriz. Até onde um jogo de obsessão pode levar um casal à completa insanidade? O que era apenas uma brincadeira de despedida virou um jogo sem limites, onde apenas o vencedor sobrevive.


A entrada é gratuita e a esquete começa às 17h, no Centro Cultural Jabaquara, localizado à rua Arsênio Tavolieri, 45, próximo ao pátio do Metrô. Não haverá distribuição de ingressos, mas é recomendado ao público chegar cerca de 20 minutos antes da apresentação.

O Jogo

Duração: 25 minutos
Classificação etária: 14 anos
Texto: Sérgio Virgílio
Direção e produção: Ingrid Menezes
Elenco: Bruno Marselha, Daniel da Silva, Jéssica Nazli e Juliana Galla

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