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06/06/2014

Liderando seu mundo interno

Por Rajiv Moura


As pessoas hoje em dia vivem com o corpo presente, mas com a mente no passado ou no futuro. Será que isso vale a pena? Se pararmos para pensar, tudo que queremos só será construído no presente. Por que vocês acham que o presente tem esse nome? O líder espiritual Eckhart Tolle diz que o motivo dos sofrimentos psicológicos que as pessoas passam é por não estarem concentrados no presente. Ele afirma que, para ter uma mente calma, essa mente precisa estar concentrada no que se está fazendo no momento. Se estiver caminhando, busque se concentrar no ato de caminhar, se está comendo, se concentre no ato de comer, se forem lavar pratos, mesma coisa. Só quando estamos inteiros no presente, é que encontramos a paz. A meditação é você se concentrar em algo. Quando estamos concentrados, não pensamos em nada e a mente se acalma. Quer parar seus pensamentos repetitivos? Esteja no presente. Começou pensar em algo que não te agrada, se volte para o presente, seja concentrando na sua respiração, seja fazendo algum trabalho manual ou mesmo só contemplando uma bela flor que acabou de desabrochar no seu jardim.


A mente é seu mundo interno, onde você é o dono supremo, mas para controlar seu mundo, é necessário que acredite nisso, por que o que você deseja e o que te incomoda, ambos são crenças. Émile Coué diz que a imaginação é a primeira faculdade do homem e que precisamos educa-la. Já pensou quanto sofrimento você passou por acreditar em vários desfechos que uma situação iria tomar em vez de ver o que aconteceria no momento presente? O mundo externo é uma projeção do mundo interno. Se você acredita que é forte, que é saudável, que é belo, que é amado, isso vai ser materializado na sua vida. O problema é que as pessoas colocam sua energia no que não querem e não mentalizam o  que querem.


Tudo que você imagina na sua mente, com detalhes, gera sentimentos e emoções que acabarão em ações. Então, em vez de colocar sua energia no problema, coloque a sua energia para encontrar a solução desse problema, mas tem que acreditar que consegue. Pensem que tudo o que fazemos no dia a dia, primeiro nós imaginamos aquilo. Use a sua imaginação para conquistar o impossível, muitas vezes a maior limitação está só na crença da incapacidade que você pensa que tem. Imagine você sendo a pessoa que sempre quis ser e acredite nisso, mentalize todos os dias e verá como sua vida vai mudar. Somos uma antena que está emitindo e recebendo constantemente vibrações para o universo. Se sua vida está indo em um caminho que você não quer, veja os tipos de pensamentos que você está tendo perante a sua vida.  O sucesso começa primeiro no fantástico mundo interno de cada um de nós.
   


Bibliografia:

- TOLLE, Eckhart. O poder do agora: um guia para a iluminação espiritual. 1º ed. Rio de Janeiro: Sextante,2002.
- COUÉ, Émile. O domínio de si mesmo pela auto sugestão consciente. 1º ed. São Paulo: Martin Claret,2002.

Fontes das imagens:




Rajiv Moura é graduado em Administração de Empresas e integrante do grupo A Ordem do Caos.

30/05/2014

"Videogames e narrativa"

Por Marcel Avolio

Graficamente, videogames têm evoluído desde o fim dos anos 80. O foco na criação de gráficos realistas se tornou cada vez mais importante para as desenvolvedoras manterem uma vantagem competitiva e atenderem às demandas dos jogadores. Mas gráficos realmente são a única coisa que importa em videogames? Alguns dizem que sim, outros que não. Em geral, a “jogabilidade” costuma ser considerada o mais importante, uma vez que uma experiência divertida é criada por uma jogabilidade envolvente.

Porém, há quem argumente que uma experiência que permanece com o jogador, mesmo após os créditos finais, provém de uma história bem contada. Jogos realmente envolventes permanecem com você por conta de elementos da história que o fizeram sorrir, rir, chorar ou até mesmo mudar sua percepção de jogos em geral. Similar à sensação daquele livro do qual você não conseguiu desgrudar ou aquele filme que marcou sua vida, afinal, quem nunca terminou um desses e sentiu-se triste por chegar ao fim da história ou por começar a sentir falta das personagens. Com o aumento de jogos criados por desenvolvedoras independentes, os chamados jogos “indie”, esse foco em história e narrativa também tem se tornado mais proeminente, umas vez que as pequenas desenvolvedoras não têm acesso aos recursos mais avançados. Por outro lado, há franquias que têm contado grandes histórias há décadas; grandes exemplos seriam Final Fantasy e The Legend of Zelda. Ken Levine, o criador e principal roteirista de Bioshock e Bioshock Infinite, criou histórias que rivalizam grandes romances e filmes. 

“Cena de Final Fantasy 7, lançado em 1997
pela então Squaresoft
”
Com o passar do tempo, tem ficado cada vez mais nítida a influência de Hollywood na criação de jogos; assim como filmes, também há os chamados jogos “blockbuster”, com histórias simples, foco em ação, animação e efeitos especiais e que podem ser concluídos em um final de semana. Por outro lado, há aqueles jogos os quais você pode levar meses para terminar tudo o que oferecem; com uma história profunda e personagens carismáticos, esses normalmente se enquadram na categoria de RPG (Role Playing Game).

Contudo, isso não é tão fácil quanto parece; como manter esse equilíbrio entre narrativa e jogabilidade?  O que diferencia um jogo de um filme de cinema, por exemplo, é que o jogador tem controle sobre as ações dos personagens contidos na trama. Inclusive, há muitos jogos com reviravoltas e desfechos diferentes com base nas escolhas feitas durante o jogo. Um exemplo seria a trilogia Mass Effect, da Bioware, onde você escolhe desde a aparência e as falas do protagonista até decisões que afetam a trama da trilogia inteira. 

“Mass Effect e sua escolha de diálogos”
Por isso, é importante que o foco na narrativa não tire muito o controle do jogador; mesmo os mais aficionados irão começar a sentir certa monotonia, já que não é isso o que buscavam ao comprar um jogo; se quisessem somente assistir a uma história, teriam ido atrás de filmes ou séries.

É claro, no fim das contas, é tudo uma questão de público alvo, afinal, há vários tipos de jogadores. Há aqueles que só querem algo para passar o tempo sem terem que pensar muito, enquanto há outros que nem sequer se interessam por jogos se não tiverem algum tipo de enredo por trás. Mas uma coisa é certa: as desenvolvedoras estão cientes de que uma boa narrativa faz grande diferença e, com o aumento das tecnologias, espera-se que as formas de narrativa progridam junto, para que os jogos possam atingir todo o seu potencial.


Fonte das imagens:



Marcel Avolio é formado em letras-inglês, é tradutor e professor de inglês e integrante do grupo A Ordem do Caos.

23/05/2014

Hoje quero lhe chamar para “Jantar”...

Por Pamela Gomes

Isso mesmo! “Jantar”, de Moira Buffini.


Moira Buffini
Jantar: obra teatral de dramaturgia Inglesa, que foi indicada como a melhor comédia do ano na Inglaterra, em 2003. Moira Buffini, a autora do texto, iniciou escrevendo um drama e ao terminar viu que na verdade se tratava de uma comédia, um tanto quanto ácida, porém muito boa. 


Em entrevista ao jornal The Independent, Buffini falou sobre seu processo de criação:
"Toda vez que tento escrever sobre algo realmente sério, acaba se tornando cômico. Em Dinner, queria mostrar um mundo fora do comum. Por isso, deliberadamente, criei personagens inteligentes, educados e liberais, mas miseravelmente egoístas, com um vazio espiritual e moral em seus corações. É trágico, realmente, mas segui adiante, pois também é extremamente engraçado". Disse ela.
Pela primeira vez uma obra da dramaturga inglesa é encenada no Brasil. E “Jantar” ganha sua versão com tradução de André Carvalho e direção de Mauro Baptista Vedia.
"A peça se caracteriza pela riqueza das personagens, muito singulares e excêntricas. Procuro dirigir os atores de forma a cada um deles ter uma composição única diferente. Cada um com seu tempo, voz e corpo próprios. Tento encontrar o que chamo de interpretação polifônica", conta o diretor Mauro Baptista Vedia. 
A peça acontece na casa de um casal bem-sucedido, onde acontece um jantar para comemoração do sucesso do livro de auto-ajuda do anfitrião. No decorrer da peça podemos acompanhar a forma bem empregada por Buffini, para nos mostrar a vaidade e egoísmo que podem destruir o ser humano.





Esta em cartaz no CCBB (Centro Cultura Banco do Brasil) até dia 11 de julho.

Dias: Quartas, quintas e sextas-feiras.
Horário: 20hs 
Preço: Inteira R$ 10,00 / Meia: R$ 5,00
Elenco: Erika Puga, Hélio Cicero, Juliana Vedovato, Marco Barreto, Mauro Schames, Michelle Boesche e Victor de Seixas.



Fontes:
Guru.bafta
Folha Iustrada
Teatrojornal.com.br


Pamela Gomes é formada em Produção Multimídia, trabalha com edição fotográfica e de vídeo, estudante da Oficina de Teatro do grupo “A ordem do Caos” desde 2013. 




16/05/2014

Espalhe essa praga e deixe que ela te pegue também!

Por Jessika Martins

“O negócio é espalhar a palavra. O livre pensar. A poesia. 
Mostrar que ela, como toda praga que se preze está aí, em todo lugar.”


Hoje, o que é praga para você? Ao final da leitura desta matéria, te convido a voltar aqui e responder a essa pergunta novamente.

Com o intuito de espalhar a poesia, o Projeto Praga é uma iniciativa de ocupação de espaços, disseminando não só a poesia como também o que ela pode proporcionar, além de incentivar a expressão artística.

As ações do projeto contam também com o “Sarau da Praga”, que é itinerante e acontece pelo menos uma vez no mês, e os “Cartões-Postais”, onde o objetivo é que, de mão em mão se propaguem a poesia, ou seja, ao receber a poesia, passe pra frente, espalhe, compartilhe!

Cartão-Portal do Projeto Praga

Cartão-Portal do Projeto Praga

Nesse mês, o projeto faz um ano de atividades e para comemorar, o Sarau da Praga está aí! Acontecerá nessa quinta, dia 22 de maio, às 19h na Praça da Sé. Vamos lá, pegar essa praga?

Quer saber mais sobre o #projetopraga e ficar sabendo dos saraus e intervenções que acontecem por aí?
Visitem a página no Facebook: 
"Projeto Praga"








Fontes:


Fotos e Citação do início da matéria: Projeto Praga


“Jessika Martins está no 1º ano de Psicologia e é estudante da Oficina teatral A Ordem do Caos de desde 2013.”

02/05/2014

Me fotografe mais pela retina dos seus olhos lindos!

Por Carol Zanola

"A partir desse momento, a sociedade imunda se lança, como um único Narciso, à contemplação de sua imagem trivial sobre o metal. Uma loucura, um fanatismo extraordi­nário se apodera de todos esses adoradores do sol. Estranhas aberrações se produzem”.
(Charles Pierre Baudelaire)


Calma Baudelaire! Tudo podia piorar e piorou. A preocupação do poeta francês era com a essência e reprodução da obra. Já a minha é com o excesso de informações e imagens que vemos todos os dias, pois tudo é motivo para um #foto, um #compartilhamento, uma # hashtag. Como o poeta, a maioria de nós se rendeu a arte de fotografar, mas será que tudo deve ser eternizado em um frame? Será que estamos nos esquecendo de viver o momento e apenas tirando mais uma foto?

Em 2013, a palavra "selfie" virou uma febre entre os usuários de redes sociais e acabou entrando para o renomado Dicionário de Oxford. A palavra se originou do termo "self-portrait", que significa autorretrato, daí surgiu o neologismo: selfie. A inserção no dicionário inglês ocorreu pelo aumento da utilização do termo em quase 17.000% só no último ano. Segundo o professor de psicologia da Universidade da Califórnia, Larry Rosen "Selfie é uma nova maneira de expressão. Doses excessivas, contudo, podem ser nocivas a seus praticantes".
  
Uma simples coincidência foi o estopim de toda esta revolva. Fui a uma peça e algumas pessoas não abaixavam seus celulares e câmeras. Isso foi me incomodando, pois eu perdi diversos momentos por conta de um flash ou de um "barulho de click". Continuei com esse incomodo em outros eventos que eu fui no decorrer dos dias e acabei me deparando com o texto de Baudelaire, que inflamou ainda mais o que eu estava sentindo. Sou uma amante da fotografia como forma de arte e acho que alguns de nossos momentos devem ser retratados, mas nada de acessos.
  
Será que necessitamos mostrar ao mundo onde estamos? O que fazemos? Qual o valor dessa imagem? E os outros ao meu redor? A única certeza que tenho é que a última pergunta nem passa pela cabeça de alguns. Observe os detalhes. Veja o invisível.

“A câmera não faz diferença nenhuma. Todas elas gravam o que você está vendo.
Mas você precisa VER”
(Ernst Haas, fotógrafo austríaco e um dos fundadores da famosa agência Magnum).


“EXCESSO DE IMAGENS E DE REGISTROS” -  Neste vídeo, o fotógrafo português, Alfredo Cunha, diz que há uma preocupação excessiva em “registrar a vida”.


Fontes:

*Título com referência à música "Disritmia"- Martinho da Vila -
*Fonte da imagem: banco de dados Shutterstock





Carol Zanola é Assistente de Arte. Tem formação superior em Produção Multimídia. Apaixonou-se logo cedo pelo cheirinho de jornais e revistas e nunca dispensa um belo café. Estudante da Oficina de Teatro do grupo A Ordem do Caos.

25/04/2014

SUB. V – "Cooperativa de conteúdo independente"

Por Caio Felipe Ono


O SUB.V é uma cooperativa criada há menos de um ano, que se designa como uma plataforma de ativismo digital, com o objetivo de disseminar conteúdo independente, mídia livre e livre informação, provendo uma nova forma de repensar o mundo atual através da arte. De acordo com Carlos Dias, fundador do projeto, são bem vindas qualquer forma independente de cultura, seja dança, grafite, música, poesia, documentários, entre outros, focando na critica social. A cooperativa não é restrita a artistas independentes, ela é aberta para todos que buscam ver arte e movimentos livres.  


 Na área artística vemos como é difícil um lugar ao sol, muitas vezes é preciso aprovação de pessoas influentes para se tornar conhecido, não bastando o talento. A SUB.V vê este recurso como algo totalmente manipulador e luta contra o mesmo, pregando a liberdade. Ver o reconhecimento daquele que tem o dom de somar algo de positivo pra sociedade pela arte, sem amarras de interesses, porque interesse é o que ocorre quando há o patrocínio de empresas, apoio de políticos, etc. Em Dezembro, do ano passado, aconteceu um encontro realizado pelo SUB.V, através do facebook, onde grafiteiros se reuniram em Osasco (Grande São Paulo) e foram usados latões, cedidos por um ferro velho, e o espaço cedido pelo “Tatuagem Banana Piercing” para colocar a arte em prática. O objetivo era de promover os grafiteiros e leiloar os tambores, onde os ganhos são revertidos para os próprios grafiteiros.

“Queremos fazer outras edições e chamar mais artistas deste e de outros gêneros, mostrar conteúdo independente de arte, fazendo encontros de talentos artísticos para propagar cultura e reverter ganhos em incentivo para os próprios artistas, é algo muito gratificante, queremos ainda num futuro próximo fazer oficinas como pintura, street dance,etc” - diz Carlos Dias.  No site do SUB.V vemos divulgação de artistas independentes, distribuídos nas sessões como mídia livre, música, artes visuais, arte de rua e outros.


A parte de documentários na aba “cine” do site, é uma das mais procuradas por ter muito conteúdo, contando com vídeos sobre cantores famosos como Bob Marley, The Doors, Raul Seixas entre outros artistas, vídeos de crítica social e temas fortes, como “a legalização da maconha”, “histórias do skate” entre outros. A cooperativa tem uma página no facebook com mais de 300 seguidores e mais de mil visitas diárias em seu site. O SUB.V, como forma de se sustentar, vende bonés, camisetas e outros acessórios, com o logo da cooperativa.  Fica o convite para quem tem um grupo independente de arte, ou é um artista independente e quer divulgar seu trabalho, basta entrar com contato, através do site www.subv.ws .



Agradecimentos a Carlos Dias e Denilson Leite, que estiveram disponíveis para falar sobre o projeto.


Fonte das imagens:


Caio Felipe Ono é estudante da Oficina Teatral do grupo A Ordem do Caos desde 2013, cursa o segundo semestre de Sistemas para Internet na Fatec, é fascinado por cultura, escreve poesias e músicas.

18/04/2014

"Teatro Cego" - O que você enxerga quando não vê?


Por Ana Luísa Marcos



Já pensou em ir a uma peça de teatro totalmente no escuro? Esta é a grande proposta do Teatro Cego. O grupo, formado em 2012, conta com seis atores sendo três deles cegos, e com um conjunto de músicos. Juntos eles criam espetáculos únicos e repletos de experiências inusitadas. Esqueça a forma convencional de cadeiras numeradas e plateia apenas observando; no Teatro Cego, público, atores e músicos compartilham do mesmo palco. Somos convidados a realmente ‘sentir’ o espetáculo nos utilizando todos os nossos sentidos, exceto a visão.

Integrantes do Teatro Cego

Os atores passam todo o espetáculo circulando pelos corredores do teatro, interagindo no meio do público, emitindo sons de vários lugares distintos, tudo com direito à música ao vivo e luzes totalmente apagadas. É importante ressaltar que não se trata de um espetáculo destinado apenas para pessoa com deficiência visual, é exatamente o contrário. A grande mágica deste tipo de peça é que atores cegos tem a chance de interpretar personagens não cegos, e nós de enxergarmos as coisas por outro ângulo, mergulhando no mundo dos deficientes visuais. As peças do grupo demonstram a possibilidade criar um excelente espetáculo sem fazer uso de cenário, figurino, nem refletores, e ainda nos fazem perceber que o mundo das artes vai bem mais além daquilo que os olhos podem ver.

Esse formato de encenação teve início na Argentina, em 1991, e foi um experimento que deu certo! O Teatro Cego, que no ano passado fez curta temporada em São Paulo com o texto “O Grande Viúvo”, de Nelson Rodrigues fez tanto sucesso que está de volta no final de abril, com novo espetáculo! Desta vez o grupo vem com o musical “Acorda Amor”, inspirado na obra de Chico Buarque e com entrada franca. Confira um pouco mais sobre a história:

O espetáculo conta a história de quatro jovens durante o movimento estudantil que lutou contra a ditadura militar nos anos 70. Três rapazes e uma garota envolvidos com a guerrilha estudantil lutam, na verdade por muito mais que o fim da ditadura. Enquanto tentam driblar os militares, na função de mensageiros do movimento, Paulo, Lucas e Cesar lutam pelo amor de Natasha. A garota, namorada de Paulo, encobre seu atual desinteresse pelo namorado com a desculpa de que o bem do país é muito mais importante, no momento, do que o bem estar do casal. O amadurecimento das relações entre esses quatro jovens ao mesmo tempo em que aprendem a lidar com a situação do seu país é o que move toda a trama.

As apresentações ocorrerão no Itaú Cultural de 30 de abril a 04 de maio, você encontra mais informações na página Teatro Cego, no Facebook.


Agora experimente um pouco do que é o Teatro Cego:





Fonte da imagem: Integrantes do Teatro Cego


Ana Luísa Marcos é estudante da Oficina de Teatro, realizada pelo grupo “A Ordem do Caos”, desde 2013.

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