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24/07/2017

12ª Mostra Cultural A Ordem do Caos - Programação


Pra quem estava ansioso, este ano a tradicional Mostra Cultural do grupo A Ordem do Caos ocorre no mês de agosto!
Com atrações totalmente gratuitas, o evento acontece nos dias 6, 13, 20 e 27/08, sempre das 14h às 19h. Passarão pelo espaço do Centro de Culturas Negras do Jabaquara bandas, companhias teatrais, saraus, grupos de dança e outros coletivos artísticos. 

Aproveite e confira toda a programação aqui e confirmando sua presença em nosso evento oficial.
Não há a necessidade de retirada de ingressos, basta chegar cerca de 15 minutos antes do início de cada atividade. Aguardamos por você =)


6 de agosto


14h, hall externo | Pesanteor - Larissa Biemann


Solo de Exotic Chair Dance. Como a força de atração invisível que move os astros para dançar entre si, existem forças que unem e que são impossíveis de se ignorar, que nos puxam em direção de nossas paixões, como um amor incondicional que não pede permissão para acontecer; ele só acontece porque tem que acontecer; isso é gravidade.

Gênero: Dança

Duração: 10 min
Classificação: livre

14h, auditório | Banda Senhor Kite


Banda paulistana de rock alternativo formada em 2014, acabou de lançar seu primeiro EP, chamado Partida. Neste ano, lançaram o webclipe da música Nossa Sessão.
Gênero: Música
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre

15 horas, hall | A Máscara de Afrodite - Passionate

Somente quando estamos apaixonados percebemos a força que podemos ter para enfrentar os desafios, permitindo que toda essa fascinação transborde, que todo esse mistério e paixão, que mergulham em seus olhos e lábios, tragam a sensação de enlouquecer de amor.
Gênero: Dança
Duração: 10 minutos
Classificação: Livre

15h, auditório | Manutenção dos fatos para o tempo novo - Mano Money’s


Mano Money's é MC residente do distrito do Grajaú, atuando no Rap desde 2007, produzindo musicalmente um discurso contundente que contribui diretamente para a reflexão. Sintetizando suas experiências empíricas através do ritmo e da poesia, tem o viés de ressignificar as transformações sociais, resgatando uma fotografia política, poética e cultural que tem forte relação com os desdobramentos atuais vividos e enxergados pelo artista. "Manutenção dos Fatos" aborda a reciclagem das nossas ações no tratar das relações com o próximo.
Gênero: Música
Duração: 40 minutos
Classificação: Livre

16h, auditório | Música Independente da Quebrada - Eduardo Mafalda


Neste show, que objetiva fortalecer a cena musical independente das periferias, Eduardo Mafalda apresenta seu trabalho musical autoral de canções que vão da dance music à black music com temas para dançar e letras com mensagens de conscientização e de empoderamento. O espetáculo conta com as participações do DJ Akilah Jelani mixando as canções ao vivo e de integrantes do Projeto Negralizando nas coreografias, que se somam à performance em um espetáculo que envolve música, dança, poesia e teatralidade. De forma interativa Eduardo Mafalda, o DJ Akilah Jelani e os dançarinos do Projeto Negralizando interagem entre si e com o público, numa apresentação pontuada por danças coreografadas, textos que dialogam com as músicas e mudanças de figurino ao longo do show.
Gênero: Música
Duração: 45 minutos
Classificação: Livre

17h, auditório | Brechó Bit


A Brechó Bit é uma banda paulista de música autoral, que traz uma mistura de ritmos e influências que vão do rock, forró ao brega e o samba. O show é feito pra dançar, pular e ao mesmo tempo refletir sobre questões presentes na sociedade.
Gênero: Música
Duração: 45 min
Classificação: Livre

18h, auditório | Esboço - Em Busca de Sofia


Banda brasileira de folk-rock, traz em suas composições autorais uma forma de ver a vida de um modo esperançoso, acreditando no melhor lado do ser humano, buscando nos pequenos detalhes a sabedoria.
Gênero: Música
Duração: 40 min
Classificação: Livre

13 de agosto

14h, auditório | Milagre na Cela - Formandos AODC


A obra, escrita por Jorge Andrade em 1977, em plena vigência da ditadura militar, é abordada por um fato: “Ẹ́ preciso conviver”. A peça conta a história de uma freira brutalmente torturada por um agente de repressão (que é, em casa, pai e marido exemplar) para que confesse algo que ela não fez. O resultado final é impactante e único.
Nunca, no Brasil, essa realidade sinistra de nossos dias tinha encontrado expressão em nível tão alto ou mesmo assim concentrada em qualquer nível.
Gênero: Teatro - Drama
Duração: 80 min
Classificação: 16 anos

15h, Hall | As 7 Máscaras da Vida - Projeto Amor e Arte

Nascemos, crescemos e vivemos vestindo máscaras durante toda a vida. Ao final, as máscaras caem e não nos sobra nada além da morte.
Gênero: Teatro
Duração:10 min
Classificação: Livre

15h30, Hall | Sarau do Butantã


O Sarau do Butantã é formado por artistas, poetas e músicos que mensalmente se encontram para mostrar suas habilidades e compartilhar agendas.

Gênero: Sarau
Duração: 30 min
Classificação: Livre






16h, auditório | Carfax - Grupo Teatral Tapanaraca Mutatis Mutandis

Carfax é um espetáculo criado pelo Grupo Teatral Tapanaraca, que em 2017 completa 15 anos. Durante dois anos o espetáculo viajou para várias cidades, participando de vários festivais e colecionando prêmios. Seu sucesso se deve à proposta dinâmica e inovadora de como contar a história do maior vampiro da história, Drácula.
Gênero: Teatro
Duração: 60 min
Classificação: Livre

18h, auditório | Espetáculo Circense Cabaret - CIA Clovis i Augustus

Cabaret é um local destinado a shows. São estabelecimentos muito populares na França da Belle Époque, com diversos tipos de apresentações artísticas. Circo é uma casa de espetáculos debaixo de uma lona, que reúne artistas das mais variadas modalidades para demonstração de habilidades. E o que os dois têm em comum? Venha conferir! Direção: Mary Ellen, Laura Sofhia e Jonatha Miranda 
Gênero: Circo
Duração: 60 min
Classificação: Livre

20 de agosto

15h, Hall | Banda Tesarac


Sonzeira da banda de rock paulista Tesarac, que possui influências alt-rock, com um repertório de músicas covers e autorais.
Gênero: Música
Duração: 45 min
Classificação: Livre

16h, Hall | De Carne, Ouço! - Vinícius Dias Zurlo


O show "De Carne, Ouço!" reúne músicas e poesias do Cantador Vinícius Dias Zurlo. De Mogi Mirim, interior de São Paulo, sua música envolve elementos da cultura caipira, nordestina e o “pop urbano moderno”.

Gênero: Música
Duração: 45 min
Classificação: Livre





18h, auditório | Você também pode dar um defuntinho legal - Novos Fulanos


O texto central da peça narra a história de Dorival Alcântara, um jornalista perseguido pelo regime ditatorial na figura de Hildebrando Garcia Cortez, coronel do Exército Brasileiro que, junto ao seu Sargento, Felipe Chagas, iniciou uma perseguição sem fundamentos ao crítico cultural Dorival Alcântara, somente porque acreditava ser ele um líder comunista de grande poder. Através de uma linguagem baseada no humor politicamente incorreto, trazemos cenas que retratam atitudes comportamentais e, com certa paranoia, de personagens envolvidos ou não no cenário ditatorial.
Gênero: Teatro - drama
Duração: 75 min
Classificação: 14 anos

27 de agosto

14h, auditório | Casa não casa - Formandos AODC


Não se ama duas vezes a mesma mulher, mas seria possível amar ao mesmo tempo duas mulheres? Se ficou curioso, venha conferir essa história e descobrir quem Júlio Simões escolhe para ser a sua esposa.
Gênero: Teatro - Tragicomédia
Duração: 60 min
Classificação: Livre

15h, auditório | Os sentimentos da vida - Formandos AODC




Um homem perdido em busca dos seus sentimentos, será que ele conseguirá encontrá-los? E se de repente todos esses sentimentos e desejos aparecessem na sua frente? Acompanhe essa busca! 
Direção e adapatação: Josh Walter Direção geral: Wellington Dias
Elenco: Amanda Santos, Camila Faria, Carlos Paiva, Conthezzo Will, David Marinho, Gabriele Barbosa, Gicelda Petrole, Kaique Gustavo, Leonardo Faria, Lucas Santos de França, Paula Caetano, Vanda Nogueira, Victor Afonso e Yoko Oliveira
Gênero: Teatro
Duração: 40 min
Classificação: Livre


16h, auditório | Grupo A Ordem do Caos - Esquetes

Apresentação dos espetáculos "O mesmo que faz rir" e "O Conde Drácula", ambos sob a direção de Wellington Dias



17h, auditório | Quando era mais linda - Cia Josefina





"... a minha alma chorava mais alto ainda, mas em vão, e reconheci, afinal, que almas mortas não têm voz e por isso seus gritos ficam inaudíveis.” Hijikata
A mais recente montagem da CIA Josefina tem como enfoque a dor. “Quando era mais linda” narra impressa, no corpo dos intérpretes, a história de um amor entre tantos possíveis. Amores não vividos, aprisionados, esculpidos em grito, em medos, em preconceitos e intolerância. Com uma linguagem híbrida, diferentes manifestações artísticas em conseqüência a cena se expande em pura poesia.
Gênero: Teatro
Duração: 35 min
Classificação: Livre

18h, auditório | Conexões Morte - Formandos AODC



Conexões Morte propõe uma reflexão sobre a fragilidade da vida humana num mundo onde todos estão conectados a todo o momento, dividida em pequenas histórias que possuem ligação. Pode a vida ser tão frágil? A morte é uma consequência da vida ou um fardo dela?
Texto e Direção - Maru Tenorio | Assistente de direção - Janna Lemos | Assistente de produção - Mariana Cariad Rocos | Arte: Roberto Leão | Direção Geral - Wellington Dias
Elenco: Ágatha Tarrataca - Andressa Picheco - Caio Vale - Cássia Vitorino - Danilo Delepa - Gabriel Vitor - Kelvim Caires - Myke Douglas - Sabrina Habren
Gênero: Teatro
Duração: 45 Minutos
Classificação: 16 anos



Criação e organização: grupo teatral A Ordem do Caos


Rua Arsênio Tavolieri, 45 | Jd Oriental - a dez minutos do Metrô Jabaquara

Agradecemos ao CCNJabaquara e à subprefeitura do Jabaquara pela cessão do espaço para realização desta 12ª edição.


01/10/2016

Bixiga recebe evento que une Graffiti, música e outras atrações culturais

Por Danilo Moreira


O Bixiga, no Centro de São Paulo, começa outubro com uma festa que promete agitar a região com arte, música e outras atividades culturais. No dia 1º (sábado), coletivos, empresas e artistas da região promovem a 10ª edição do Dia do Graffiti no Bixiga. Quase todas as atrações do evento são gratuitas. O objetivo é proporcionar a ocupação artística e cultural do espaço público. As atividades acontecem das 11h às 22h em pontos famosos do bairro, como a Praça Dom Orione, Escadaria do Bixiga, Teatro Sergio Cardoso, Espaço de Cultura Bela Vista, a Rua Treze de Maio e arredores. 

Quem quiser mostrar a sua arte, basta chegar cedo ao evento (a organização recomenda às 12h), dirigir-se à cabine de som e informar-se sobre os locais liberados para grafitar. Serão distribuídos 50 kits com tinta e 3 latas de spray cada. Saiba mais informações no evento publicado no Facebook.  

A edição deste ano homenageia um ícone do bairro e que era presença marcante no evento: Mestre Ananias, grande capoeirista e que faleceu em julho aos 91 anos. Ananias realizou um trabalho importante de resgate das culturas afro-brasileiras no País, além de fundar o Centro Paulistano de Capoeira e tradições baianas (também conhecido como Casa Mestre Ananias), localizado no Bixiga. 

Confira a programação completa:

"Esquenta" com Samba da Treze (0h)

Rua 13 de maio, 507 - Grupo Madeira de Lei

Rua 13 de Maio, 70 (14h às 22h)

14h - Capoeira da Bela Vista
15h - Sarau do Suburbano
16h - Velha Guarda da Vai-Vai
17h30 - Siba
19h - Nomade Orquestra
20h30 - Bixiga 70

Discotecagem entre as apresentações: Barravento e Brazilia Teimosa (Boteco Pratododia)

Praça Don Orione (14h às 20h)

14h - DJ Papaleo
14h30 - Thisisto
16h - Vruuum
17h - Free Beats 

Espaço de Cultura Bela Vista (14h às 20h)

14h - Kombi do RAP
15h - Poetas do Tietê
15h - Visitando o lado B do Bixiga - Caminhada Educação Patrimonial
16h30 - Frente Nacional de Mulheres no Hop Hop
18h - Kombi do RAP (microfone aberto)

Teatro Sérgio Cardoso (11h às 20h)

11h - Oficina “Musicalização Sustentável”
13h - “Disco baby”
16h - “O Aniversário da Infanta”
Entre as apresentações: Intervenção artística de "Bolhas Mágicas" com Aline Mineira.

"Saidêra" no Mundo Pensante (23h)

Trupe Chá de Boldo
R$ 20.00 até meia noite 
R$ 25.00 pós meia noite.

O evento é realizado por meio de financiamento coletivo e você pode colaborar clicando aqui. O Dia do Graffiti no Bixiga acontece desde 2006 e costuma reunir cerca de 5 mil pessoas.

Foto: Dia do Graffitti no Bixiga (Facebook)/Divulgação 

Danilo Moreira é jornalista e escritor. Além de gostar de observar e delirar sobre as entrelinhas do cotidiano, também produz conteúdos voltados à Criatividade no site Gênio Criador. Trabalhou no teatro por três anos com atuação e criação de roteiros. Seu blog pessoal é o Ponto Três. Escreve mensalmente para o AODC Notícias.

11/05/2016

Hip Hop Cultura de Rua:­ um livro de Keseone & Raul Dias

Por Tamires Santana
Registrar é resistir.

Vivenciar o fato, eis ainda a maior das experiências humanas. No entanto, é o seu registro a melhor maneira de evitar que o fato se perca nas profundezas de uma curta memória e na correnteza de uma extensa linha do tempo.

Da esquerda para direita: primeira edição do livro por Kaseone & Raul Dias e segunda edição por Kaseone & MC Who?
Ainda que registrar o presente tenha se tornado algo corriqueiro ­ o que por um lado dá voz à democratização do discurso visual e por outro ocorre o excesso de conteúdos e uma banalização da memória de nossa época, é sabido que nem sempre foi assim... Se hoje a discussão gira em torno dos excessos, nas gerações passadas o acesso a equipamentos ou à facilidade em preservar os registros (fotográficos, escritos, visuais e orais) era algo raro. E esta raridade abre espaço até hoje para um sentimento de novidade, preenchido pelo “nossa, não sabia” ou pelo clima de nostalgia.

Do acervo iconográfico ao destino dado a ele, a questão é: uma vez existente um registro, ele se torna uma extensão da memória e ter memória faz toda a diferença para reforçar uma obra. Escrito e reescrito, o livro Hip Hop Cultura de Rua  revela as raízes do hip hop de São Paulo; e agora, em sua segunda edição, de outras partes do Brasil. De autoria de Kaseone e MC Who? (é com interrogação mesmo), ganhou mais 97 páginas para indicar a trajetória de estados como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Goiânia, assim como também fala a respeito da importância histórica do filme “Beat­Street” (1984) para a cultura de rua e o percurso do hip hop, sobretudo o rap, para as periferias e o diálogo aberto com o Brasil.

Fotos de Criolo, Mano Brown, Edi Rock, DJ KL Jay, Sharylaine, Grupo Sampa Crew, Bonga, Dina Dee etc., além de recortes de noticiários e imagens de eventos, podem ser conferidos na publicação e dão riqueza de detalhes à pesquisa. O livro foi realizado sob incentivo do edital VAI junto à Prefeitura de São Paulo (Secretaria de Cultura) e possui um site criado por Kaseone HHB Studio, disponível em https://www.hiphopculturaderua.com.br, canal de comunicação que amplia a pluralidade do movimento abordada na versão impressa.

Tamires Santana, 26 anos, é empresária de Bonga Produções, jornalista de formação e designer gráfico de paixão. Trabalha na área de criação e conteúdo em projetos culturais e educacionais voltados à arte urbana e o graffiti. Seu trabalho pode ser conferido em http://tamisantana.wix.com/oficial

09/05/2016

Inscrições abertas para a 11ª Mostra Cultural A Ordem do Caos

Uma iniciativa que surgiu há onze anos, por meio da vontade de integrar, trocar experiências e aprendizados, fazer parcerias, popularizar todas as formas de cultura e tornar conhecido o nome de diversos coletivos artísticos: foi com este objetivo que o grupo teatral A Ordem do Caos, desde 2005, decidiu utilizar seu espaço gentilmente cedido pelo Centro Cultural Jabaquara nos domingos do mês de julho para que demais artistas também pudessem dar as caras e mostrar seu trabalho à comunidade.

Nesta 11ª edição poderão participar coletivos teatrais, de dança, canto, bandas e grupos de todos os gêneros musicais, performances artísticas, artes plásticas, exposições fotográficas, workshops e saraus.


Com entrada gratuita, as apresentações estão previstas para ocorrer nos dias 3, 10, 17 e 24 de julho, das 14h às 19h, com grade a ser definida conforme interesse e recebimento das inscrições. Todos os participantes terão a divulgação dos seus trabalhos feita pela web e por meio impresso, bem como o registro de seus espetáculos.

REGULAMENTO
  • Todas as apresentações deverão contemplar as classificações indicativas LIVRE, 12 anos ou 14 anos; 
  • Poderão participar grupos profissionais ou amadores de qualquer região;
  • As atrações poderão ter entre cinco e 90 minutos; 
  • As exposições contarão com espaço específico em que será possível serem visitadas das 14h às 18h, no domingo determinado para apresentação do trabalho;
  • Em nenhum dos casos serão aceitas produções com propósito comercial, tais como vendas de obras, cds ou qualquer outro tipo de negócio desta natureza, devido ao regulamento do espaço cedido para a realização do evento (o Centro Cultural Jabaquara); no entanto, o artista poderá livremente divulgar seus meios de comunicação para vendas e/ou promoções que ocorram posteriormente fora do local;
  • Não há remuneração nem premiação. A intenção é estimular a participação popular, a divulgação de artistas locais e o livre acesso à cultura por todos os públicos;
  • Cada coletivo ficará encarregado por sua produção e pelas autorizações legais que venham a ser necessárias.
O grupo A Ordem do Caos é responsável pela organização geral da Mostra, proporcionando as condições mínimas de produção e técnica para que os aprovados possam realizar suas atividades, conforme venha a ser combinado previamente. A Organização se reserva ao direito de vetar a participação de atividades que julgue serem causadoras de dano moral ou físico, ou ainda obras que não atendam à proposta do festival.

COMO SE INSCREVER


As inscrições serão aceitas no período de 9 a 25 de maio de 2016, por meio do link abaixo. No formulário, solicitamos que os interessados apontem uma data de sua preferência para a apresentação, na qual tentaremos encaixar, da melhor forma possível, todos os coletivos inscritos. No entanto, como o evento será realizado num espaço cedido pela Sub-Prefeitura do Jabaquara, é importante ressaltar que todas as datas estão sujeitas a alteração conforme o calendário ou solicitação de uso do espaço por parte da Secretaria de Cultura da capital. Tais alterações serão, dentro do possível, informadas com antecedência aos participantes selecionados.
Dúvidas? Entre em contato conosco pelo e-mail imprensa@aordemdocaos.com.br ou ainda pelo inbox da nossa página no Facebook 

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Faremos contato com os inscritos até este domingo, 29 de maio, respondendo a todos que preencheram nosso formulário. Aguarde! Desejamos boa sorte e agradecemos, desde já, o interesse em participar da 11ª Mostra Cultural A Ordem do Caos.

25/04/2016

Curiosidades sobre The Walking Dead

Por Aline Lourenço


Pense em um seriado ótimo... Pensou? Agora adicione um cenário pós-apocalíptico, personagens interessantes e... zumbis! Isso mesmo: estou falando de The Walking Dead. 






The Walking Dead é baseada na série de HQs homônima, na qual inicialmente somos apresentados à Rick Grimes que, ao acordar de um coma, se vê em meio ao caos: o personagem descobre que agora a terra está repleta de mortos-vivos. Quando encontra sua familia, descobre que existem outros sobreviventes, e não demora muito para se unir ao grupo e juntos iniciarem sua luta pela vida.


Já no começo dava pra notar que o seriado tinha tudo para ser ótimo, fato que se confirma até hoje a cada novo episódio. Confira dez curiosidades sobre a série The Walking Dead.





· Zumbis??
Quantas vezes você acha que a palavra zumbi foi mencionada na série? A resposta é mais simples do que muitos pensam: os mortos-vivos nunca foram chamados de zumbis! Isso acontece porque Robert Kirkman, um dos criadores da história, quis criar um universo onde não existisse nenhum conhecimento sobre as criaturas que ameaçam o mundo. Portanto, a palavra zumbi não existe no mundo de The Walking Dead e as criaturas são chamadas por nomes como Walkers, Biters, entre outros.

· Quer ser um zumbi? Vá à escola!
Não, eu não estou falando sobre aquela aula, digamos, não muito atrativa que você costumava/costuma ter, onde alguns alunos pareciam fazer verdadeiros cosplays de zumbis. Estou falando de um cursinho real. Exatamente, caro leitor, falo de pessoas interessadas em dar vida aos walkers da série, que passam por uma seleção apelidada como "Escola Zumbi", na qual aprendem a agir como tal. Uma das dicas que eles recebem é que ver pessoas saindo bêbadas de um bar às duas da manhã é uma ótima referência para uma caminhada zumbi inicial.

· Se não for para causar, o Merle nem vai... 

O Merle não estava satisfeito em causar na série e quis causar na vida real também. No segundo episódio da primeira temporada, ele começa a atirar do telhado de um prédio. Tinha tudo para ser só mais uma cena normal em que o Merle causava, mas o que ninguém esperava era que a gravação atraísse a polícia de verdade para o local das filmagens. O que ocorreu foi que as pessoas que moravam pelas redondezas não sabiam que a série estava sendo gravada alí e, ao ouvirem barulho de tiros, pediram proteção acreditando que o ator fosse realmente um atirador.

· O primeiro zumbi a gente nunca esquece...
Em uma entrevista, Andrew Lincoln declarou que a cena predileta de seu personagem matando um zumbi foi a primeira, onde Rick atira a garotinha com o urso de pelúcia, justamente por ser a primeira. Ele ainda comentou que outra cena inesquecível é a da mulher que está ao lado da bicicleta, por ter sido muito profunda.

- A história por trás do monstro
Ainda falando sobre a cena marcante da zumbi ao lado da bicicleta, Ricky, ao matá-la, diz lamentar pelo o que ocorreu com ela, e despertou a curiosidade dos fãs. Muitos se perguntaram sobre a a história por trás da zumbi. Por este motivo, a AMC lançou uma webserie com seis episódios chamada "The Walking Dead Webisodes: Torn Apart", contando a história da moça, onde entendemos como ela se tornou uma walker.

· Guardando uma pequena lembrancinha do trabalho
Hershel era um personagem muito querido e muitos fãs sofreram pela sua morte. Parte disso vem pelo grande carisma do ator Scott Wilson. O que nem todo mundo sabe é que Scott revelou em uma entrevista para o Hollywood Reporter que tem guardada uma lembrança de seu ultimo episódio em um armário: simplesmente a cabeça decapitada de seu personagem.

· Diferente dos quadrinhos
Apesar de ser baseada na série de HQs homônima, vemos muitas diferenças na adaptação de The Walking Dead para a TV. Uma das que mais chamam a atenção é a morte de Lori que, na história original, morre de outra forma e depois do que foi mostrado na televisão; a personagem sai de cena após a prisão ser invadida pelo governador, leva um tiro e cai por cima de Judith, que estava em seus braços. Outra diferença notável é que alguns personagens foram criados especialmente para a série, ou seja, não existem nos quadrinhos. Bons exemplos disso são os irmãos Dixon e T-Dog.

- Judas

Se você já assistiu alguma vez ao vídeo da música Judas, de Lady Gaga, sem ter lido nada a respeito antes, deve ter tido a mesma surpresa que eu tive ao ver quem era o tal Judas. Sim, era ninguém mais ninguém menos que Norman Reedus, o Daryl de The Walking Dead.


· Johnny Depp
O ator apareceu em um episódio da 6ª temporada - na verdade, a cabeça dele foi quem fez essa participação especial. No episódio em questão, precisam achar uma cabeça semelhante a de Gregory, porém, devido à falta de tempo para que a produção tirasse um molde do rosto do ator, foi preciso improvisar: utilizaram moldes do rosto de Greg Nicotero, outro de alguém desconhecido e o terceiro de Johnny Depp. Nicotero fez essa revelação em uma entrevista para o Entertainment Weekly.

· Breaking Bad e The Walking Dead fariam parte do mesmo universo?

Na segunda temporada, alguns fãs perceberam a presença da metanfetamina Blue Sky criada por White no saco de suprimentos de Merle. Robert Kirkman admitiu que o easter egg foi adicionado propositalmente, mas se engana quem pensa que as conexões entre as séries da AMC param por ai. Na primeira temporada, o Dodge Challenger que Glenn usa para fugir de zumbis é muito idêntico ao que Walter White compra para seu filho, e a descrição que Daryl faz do homem que passava as drogas para seu irmão se encaixam perfeitamente com Jesse Pinkman.


Então é isso pessoal, confesso que escrever sobre The Walking Dead me fez ficar ainda mais ansiosa para descobrir quem o Negan matou. Seria o Glenn? O Daryl? O Abraham? Infelizmente ainda temos muito tempo para montar teorias sobre a vítima da vez, já que atualmente a série está em hiatus, com previsão de retorno para outubro deste ano.

Imagens: Divulgação/IMDB/Rysham.com


Aline Lourenço é estudante de publicidade e propaganda, aprendiz de Bellatrix Lestrange e blogueira nas horas vagas. Assume ser completamente viciada em series, filmes e música, além de admitir que por muitas vezes costuma trocar boas noites de sono por maratonas de Supernatural e Harry Potter. Ela escreve quinzenalmente para o AODC Notícias, sempre às segundas-feiras, sobre curiosidades de séries da TV e filmes.

19/03/2016

Biblioteca Parque Villa-Lobos é atração cultural gratuita em SP

Por Danilo Moreira

Inspiração! Esta talvez seja a palavra que mais ilustra o que senti ao visitar pela primeira vez a Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), dentro do parque de mesmo nome, no Alto de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista. Inaugurado no final de 2014, o espaço possui quatro mil metros quadrados. O prédio em si já é convidativo e harmoniza-se com o verde do parque. Após passar pela catraca, você se depara com uma grande estrutura em formato de oca. Lá dentro, você pode entrar e relaxar nas camas e poltronas que ocupam o espaço, que também recebe atividades culturais.


O acervo da BVL tem como principal foco literatura e questões ambientais, com títulos disponíveis para empréstimo. Interessou-se por um livro? Pode pegá-lo da estante ou das mesinhas ao redor e sentar-se nas confortáveis e coloridas poltronas que contornam boa parte dos setores. Além dos livros tradicionais e em Braille, é possível encontrar outros formatos como DVDs, CDs, audiolivros e HQs. 
A biblioteca também conta com salas de jogos eletrônicos, ludoteca, computadores com acesso à internet e deck com vista para o parque. Além dos espaços para leitura e empréstimo de livros, o local também promove atrações culturais como contação de histórias, mediação de leitura, cursos, oficinas, teatro, exposições, saraus e encontros com escritores.
Foi prazeroso conhecer este local. A estrutura valoriza espaços públicos criativos, repletos de cores, grandes janelas que mostram a beleza do Parque Villa-Lobos, e uma atmosfera lúdica, mostrando ser uma “biblioteca viva”, conforme descreve o site da instituição. Observa-se também a preocupação com acessibilidade como aparelhos de tecnologia assistiva, folheador de páginas, mesas ergonômicas e equipamentos de informática adaptados. A BVL é fruto de uma parceria do Governo do Estado de São Paulo, às Secretarias da Cultura e do Meio Ambiente e à Associação Paulista de Bibliotecas e Leitura (SP Leituras). Para saber mais sobre a biblioteca, acesse www.bvl.org.br. 

Fontes: 

Fotos: 1 e 3 – Acervo pessoal | 2 - Blog Céu Estrelado

Danilo Moreira é jornalista e escritor. Além de gostar de observar e delirar sobre as entrelinhas do cotidiano, também produz conteúdos voltados à criatividade no site Gênio Criador. Trabalhou no teatro por três anos com atuação e criação de roteiros. Escreve mensalmente para o AODC Notícias.

11/12/2015

Museu da Diversidade Sexual divulga a cultura LGBT

Por Danilo Moreira



Criado em 2012 e administrado pela Secretaria Estadual da Cultura, o Museu da Diversidade Sexual tem como objetivo coletar, divulgar e preservar o patrimônio cultural da população LGBT brasileira. Localizado na estação República do Metrô (Linha 4 – Amarela e Linha 3 – Vermelha), o espaço apresenta exposições com trabalhos de artistas de várias partes do país, sendo, de acordo com dados do Governo do Estado, o terceiro museu LGBT do mundo e o primeiro da América Latina focado nesse segmento. O local é relativamente pequeno, com 110 metros quadrados, mas bem organizado para que os visitantes possam contemplar as obras.

A esquina de Monalisa

Um olhar de Marte
Em visita ao local pude conferir a 1ª Mostra Diversa 2015, com trabalhos que discutem a expressão de gêneros, identidades e orientações sexuais. Muitos trabalhos chamam a atenção, como o conjunto de pinturas “A Esquina de Monalisa”, criado pelo artista plástico e historiador Rodrigo Casali com base em sua pesquisa realizada com travestis. Os desenhos brincam com o gênero masculino e feminino, compondo um belo quadro visual. Já em “Um olhar de Marte”, ensaio realizado pela fotógrafa Patrícia Cholakov, um casal homossexual exibe seu cotidiano com naturalidade, pureza e sinceridade, assim como em “Um amor para todos”, da fotógrafa Amanda Cervantes. “Lampioa”, idealizado por João Zambom e Bruno Castro, utiliza elementos da literatura de cordel para abordar o cotidiano LGBT contemporâneo.

Lampioa
Outras obras que me chamaram a atenção são o “O menino de salto alto”, do graduado em teatro Weverton Andrade, que busca protestar contra a normatividade sobre o ser homem ou mulher e que gera inclusive vítimas fatais todos os dias; e “Geni: um ensaio fotográfico com corpos transitados”, das publicitárias Daniella Vinci e Mariana Moraes, que apresentam transexuais posando no estilo pin-up, demonstrando empoderamento das suas identidades.

Geni: um ensaio fotográfico com corpos transitados
Até outubro de 2015, o museu atingiu a marca de 150 mil visitantes, sendo 35% deles de fora da capital paulista. Se você, independente da orientação sexual, tem a mente aberta e gostaria de conhecer um pouco mais das manifestações artísticas do público LGBT, o Museu da Diversidade Sexual é uma ótima atração. 

Foto: Acervo pessoal

Danilo Moreira é jornalista e escritor. Além de gostar de observar e delirar sobre as entrelinhas do cotidiano, também produz conteúdos voltados à Criatividade no site Gênio Criador. Trabalhou no teatro por três anos com atuação e criação de roteiros. Escreve mensalmente para o AODC Notícias.


13/08/2015

Nas linhas, traços e versos da Batalha da Estação

Batalha da Estação: quem vê o nome nem imagina que essa "guerra" traz e propaga a cultura hip hop para centenas de jovens e adultos de todas as idades na cidade de Francisco Morato, região da Grande São Paulo. Realizada sempre na última sexta-feira de cada mês, além de promover o encontro entre várias gerações, o evento reúne o que há de melhor do estilo e sua história, levando a disputa saudável por meio da música, dança, arte e, sobretudo, informação. 

Chegando a sua sétima edição, a Batalha da Estação oferece aos MC's a possibilidade de mostrar seus talentos, argumentos e ideologias. O público presente, além de prestigiar e curtir a iniciativa, pode escolher os vencedores da noite. Desta vez, a reunião traz algumas novidades, como uma nova identidade visual, novas parcerias e, em destaque, os desafios lançados para cada elemento do hip hop.


Impacto

Paulo Sérgio, Secretário de Cultura do município de Francisco Morato, afirma que o objetivo principal do evento é criar um dialogo com a população, oferecendo fomento, visibilidade e interlocução com a juventude por meio das artes plásticas, do estilo musical e na informação que o próprio gênero tem como caraterística desde sua criação.

Grafiteiro e um dos organizadores da Batalha, Bonga Mac afirma que "um evento desse porte é pontual porque fortalece a cultura na rua como ela deve ser feita: cantada, pintada, tocada e dançada na propria rua, em sua originalidade. Dessa forma a gente remete às essências". Bonga ainda ressalta o que considera ser o ponto mais importante neste meio: o fortalecimento da ocupação e o empoderamento da juventude nos espaços publicos, mostrando a todos o direito à cidade.

A próxima edição tem como destaque o graffiti, que coloca para duelar os convidados Guetus e Menos 1 no "Desafio Spray". Os artistas devem seguir as regras estabelecidas pela produção do evento e, ao público, será lançado o poder de votação, que consagrará o grande vencedor da noite. De acordo com Luiz Preto, também organizador da Batalha da Estação, a população ja estabeleceu a festa como um dos principais pontos de encontro cultural de Francisco Morato. "O aumento dos espectadores e sua capilaridade reforçam a continuidade do evento e trazem a convicção de que existe um extenso campo para ampliação e sucesso. Assim, a cultura é valorizada como um todo e trabalha seus elementos de forma homogênea e com aplicação psicopedagógica", afirma.

Neste mês de agosto, sob a apresentação de Mamuti 011 e Luiz Preto, haverá a tradicional batalha de Mc's, rachas entre b-boys e b-girls, os artistas Guetus e Menos 1 e a presença de Dragões de Komodo. A discotecagem fica por conta dos DJ's Clevinho e MF. Para participar da batalha de Mc's, basta comparecer no início do evento e fornecer o nome à organização.

Confira um pouco do que rola em Morato no vídeo abaixo, gravado na 4ª edição da disputa e que foi ao ar no programa Manos e Minas, da TV Cultura. 



Participe do evento no Facebook e fique atento à toda a programação na página oficial da Batalha da Estação.



Serviço
Batalha da Estação de Francisco Morato
Data: sexta - 28 de agosto de 2015
Horário: 19h
Local: Praça Juvenal Harttman, s/n - Centro de Francisco Morato | em frente à estação da CPTM de Fco. Morato (Linha 7- Rubi
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Valor: gratuito

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